O filme é muito bom, tanto no seu enredo, quanto na qualidade de suas imagens e equipe. O elenco traz nomes de peso, como Caio Blat e Felipe Camargo, e tenta ser bem fiel a história dos irmãos Villas Boas e tudo que cercou a criação do Parque Nacional do Xingu.
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| Créditos: Divulgação |
Eu confesso que teve momentos durante o filme, em que eu chorei, mas como eu estava num cinema e a sala lotada, eu dei um segurada no meu sentimentalismo, para não ficar meio estranho. O bom, é que essa é uma produção que te proporciona momentos de reflexão, de risos frouxos e até de indignação. Eu sai do cinema, refletindo sobre muitas coisas a respeito da política praticada no país, do jeito como os indígenas são tratados, enfim, sobre uma porção de coisas e fiquei feliz, ao ver uma família levar o filho de uns 10 anos para assistir a produção e ir explicando ao longo dela o que estava acontecendo e principalmente, a consciência da criança sobre o que era certo e errado. Acho que os país devem fazer isso com seus filhos, pois, cinema não é só para ver filminho bobo e sem conteúdo. Cinema também é um meio de comunicação e cabe a nós usá-lo como tal.
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| Créditos: @lalylihh ( Instagram) |
É óbvio que eu não vou contar sobre o filme, né? Porque se não perde a graça, mas ele meio como se fosse um documentário. No final do filme, tem uma atualização dos fatos sobre o parque e a história dos irmãos Orlando, Claudio e Leonardo Villas Boas e algumas imagens dos irmãos originais.
PS: Dos três irmãos Villas Boas, o Leonardo, é o mais absurdo. Tem horas que ele é um poço de covardia e em outras que é um poço de coragem, só isso já faz o filme ter umas partes bem cômicas. kkkkkkkkkk



Estou louca pra ir assistir!
ResponderExcluirÓtimo final de semana, Laly!