Mostrando postagens com marcador Kiera Cass. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Kiera Cass. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 4 de outubro de 2016

{Eu li} A Coroa - Kiera Cass

Às vezes é bem difícil fazer a resenha de um livro pra vocês. Primeiro, porque meu ponto de vista é bem diferente da maioria e além disso, quem é fã de uma autora, personagem ou saga, acaba criando uma outra visão, de vez em quando extremamente positiva e menos crítica e em outras, mais crítica e um tanto quanto exigente e perversa.

Então, ao falar de "A Coroa", acho que vou me incluir no time dos fãs críticos, já que esse é o quinto livro da Kiera que eu leio e por ter continuado a acompanhar a saga de "A Seleção" em seu spin off.


Devo admitir que esperava muito mais desse livro. Na verdade, eu esperava e não esperava, afinal, era uma história um tanto quanto previsível, se você leu direito o livro antecessor, "A Herdeira". Só que ele acabou perdendo um pouco do prumo e ficando um tanto quanto cansativo.

Não é que a história seja ruim. Ela é boa, tem um final interessante e instigante. Só que, você precisa ter muita força de vontade, paciência e determinação pra chegar até lá, já que antes, rolam muitas cenas desnecessárias.


Nessa nova etapa da seleção do futuro príncipe consorte de Iléa, vemos Eadlyn mais apegada aos pretendentes a marido, preocupada com o futuro do país e mais solícita a ser uma pessoa melhor, menos fechada e mais dedicada a ser uma rainha que seu povo se orgulho, mas principalmente, sua família.

Algumas pessoas do passado retornam e mostram que nem tudo que parece ser bom, é realmente bom. Então, cuidado com quem você abraça e beija, porque o aliado de hoje, pode ser a pedra no sapato de amanhã. #mistérios

Eu gostei da autora trazer pro público jovem, algumas questões sociais que são relevantes e que merecem não só respeito, como uma aceitação natural à elas. Nesse livro, a gente tem boas demostrações de amor e formas de amar.


Diria que se as histórias fossem melhor elaboradas e não tivesse rolado uma forçada de barra pra prolongar alguns temas e capítulos, esse seria um livro bom. Tão bom quanto os demais e acho que o fato dele não ter sido tão incrível, vem de um cansaço natural da autora e da própria história, tanto que não haverá um terceiro livro explicar a seleção da princesa Eadlyn.

Tudo é resolvido de maneira rápida e em parte justificada por uma necessidade de última hora que atinge a Família Real de Iléa. É meio aflitivo vê que as coisas se desenrolam muito rápido, porém, com emoções confusas e sem situações interessantes, como na saga principal.

Não gostei do livro, mas indico para quem já vem acompanhando a saga "A Seleção", já que é o fechamento de um ciclo.

Outros livros da Kiera Cass que já apareceram por aqui:

A Seleção - resenha 

A Elite - resenha

A Escolha - resenha

A Herdeira - resenha 


Beijos!! 

terça-feira, 25 de agosto de 2015

{Eu li} A Herdeira - Kiera Cass

Viciei tanto na saga A Seleção  que depois de ler todos os três livros da saga principal, fiquei na ansiedade pelo quarto livro da saga que ao que tudo indica será o primeiro de uma "nova" ou secundária saga.  A Herdeira, narra o que aconteceu com os protagonistas da saga inicial e dá o ponta pé a uma nova seleção, dessa vez em busca de um príncipe para Eadlyn Schreave.


Se você ainda não leu nenhum dos livros antecessores, então, melhor nem ler essa resenha, porque vem muito spoiler sobre a saga principal nesse post, tá? Mas, se você já começou a ler e não se importa ou já concluiu e sabe o que vai rolar... Então, vamos lá!

Depois de 20 anos de terminada a seleção que uniu Maxon e America e os fizeram rei e rainha e Ilea, voltamos a trama querida de Kiera Cass, para acompanhar a preparação da primogênita do casal, a princesa Eadlyn, para se tornar a primeira rainha do país.

Logo com o final da seleção, Maxon decidiu terminar com as castas e fez mais algumas mudanças no país, tentando acabar com as revoltas e proporcionar mais oportunidades ao povo. Porém, mesmo após tantas mudanças, as pessoas continuam insatisfeitas e muitas ainda tratam as outras diferente, se baseando no sistema antigo, o que fez o país retornar a uma crise social.



Com toda crise que volta a assolar Ilea, o rei Maxon, tem a ideia de lançar uma nova seleção, na tentativa de apaziguar as coisas, melhorar a imagem de Eadlyn com as pessoas e ainda arranjar um companheiro digno para sua filha. O único problema é que ela não deseja nada disso e como a moça tem um temperamento bem forte, talvez, a Seleção só piore as coisas.

Além de Eadlyn, Maxon e America tiveram mais três filhos, os príncipes, Ahren, Kaden e Osten. Ahren é irmão gêmeo de Eadlyn e pela lei antiga, ele deveria assumir o trono, porém, Eadlyn era a primogênita e como os pais entenderam que por lei esse cargo deveria ser dela, fizeram alguns ajustes para que a filha pudesse se tornar rainha.

Mesmo tendo personalidades diferentes, os irmãos se entendem bem e tem uma relação de cumplicidade bem intensa entre eles. É por isso, que Ahren dá a Eadlyn  a ideia de aceitar a realização da Seleção para agradar aos pais e ao povo  e negociar as coisas. Assim, nem ela faria algo obrigada e nem deixaria o pai chateado e talz... Ela aceita a ideia do irmão, planeja algumas coisas para afastar os garotas e propõe ao pai que tudo dure obrigatoriamente três meses. Se nesse tempo ela não se envolver com nenhum dos garotos ou algo do tipo, tudo acaba e ninguém reclama. Maxon aceita a condição da filha e assim, inicia-se a Seleção.



A Herdeira  é bem mais intenso e animado que a A Seleção,  porque a gente vai acompanhar cada etapa mais de perto e viver uma relação intensa de amor e ódio por Eadlyn desde o inicio. Primeiro que ela faz tudo de má vontade, então, quando está selecionando os 35 garotos que vão participar do processo seletivo para marido, ela já começa a fazer as coisas de qualquer jeito e dá um surto disfarçado quando descobre que Kile Woodwork, filho de Marlee e Carter, é o 35º selecionado.

Eadlyn e Kile cresceram juntos e não simpatizam muito um com o outro ou melhor, simpatizavam, porque depois que a Seleção começa, a relação entre eles começa a mudar e os dois se aproximam bastante, descobrindo que um não era o que o outro pensava e possuem interesses em comum. O detalhe é que até um beijo inicialmente "forjado", acontece entre eles e daí em diante... Kile vai ser um dos caras a abalar as estruturas da rígida Eadlyn. 



De inicio ela não gosta muito de todos os garotos, mas aos poucos, vai percebendo o que cada um tem a oferecer e vivendo momentos bem especiais com alguns deles. Logo nos primeiros dias, ela já tem alguns "favoritos" e também já faz um estrago eliminando vários caras sem a menor explicação. Também vai começar a perceber o quanto a população de Ilea tem uma má impressão dela e do que pode ser o seu reinado.

Os garotos favoritos de Eadlyn acabam se tornando nossos favoritos também, porque eles são realmente pessoas legais e tem histórias especiais de vida. Porém, surpresas são a marca dessa saga e eu acho que pra esse recomeço, vamos ter o dobro de emoções.

Pela minha conta, os mais prováveis candidatos a futuro marido são três, sendo que um nem está realmente na seleção. kkkkkkkkkkkkkkkkkkk... #segredo

Eu gostei do livro e achei que como inicio pra uma nova saga ou seja lá o que ele venha a ser, tá melhor que o primeiro da saga principal. Tem mais movimento, menos enrolação e com certeza bem mais emocionante, tanto que o gostinho de quero mais que tô pelo próximo tá gigante. A Kiera realmente pegou o ritmo do negócio e cada livro tá melhor que o outro.


Beijos!!

terça-feira, 14 de julho de 2015

O que eu andei lendo em junho - Livros lidos

Meu ritmo de leitura tá mais lento e pra variar é graças ao ritmo mais acelerado que a pós tá levando. Nessa eu também não tô dando conta de postar aqui, mas isso vocês já sabem, né? 

Finalmente, consegui gravar, editar e postar o vídeo mostrando os livros que li no último mês e o mais legal é que tem lançamento aí no bolo e também um romance incrível que já, já vai tá por aqui. 





Voltei a ler Agatha Christie e peguei um livro arrasador. Li "O Natal de Poirot" e ele me surpreendeu pra caramba e entrou na lista dos favoritos e surpreendentes da Agatha.



Logo, logo vai entrar a resenha de "Meu amor, Meu bem, Meu querido" aqui, então, não deixem de acompanhar, porque o livro é incrível e vocês vão ficar louquinhas por ele, viu?


Beijos!! 

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Eu li: A Escolha - Kiera Cass

E hoje finalmente a gente vem falar do terceiro livro da saga "A Seleção". Nessa resenha, resolvi fazer uma parte em vídeo, porque acho que assim consigo me expressar um pouco melhor. Na verdade, gosto de resenhar alguns livros mais "emocionantes" em vídeo, porque parece que vocês vendo a minha empolgação, dá mais gás pra vocês lerem... Será?


Nesse livro, finalmente a gente fica sabendo qual é a escolhida do príncipe Maxon e também, quem é que a indecisa da America vai escolher. Porque apesar da mocinha fazer parte da seleção a futura princesa, ela tem a seleção própria dela pra futuro marido, né?

Pra falar a verdade, dos três livros, esse é o que menos America deixa a gente irritada e com ódio profunda da indecisão entre Maxon e Aspen, mas apesar disso, a mocinha ainda consegue dá uns bons vacilos e quase, quase põe tudo a perder com nosso príncipe favorito.




Se em "A Elite" as coisas já começam a ficar quentes no país, com o aumento das revoltas nas cidades e o contra gosto da população com a sequência da Seleção e também da monarquia, as coisas em "A Escolha" ficam ainda mais quente e perigosas, porém, algumas conquistas politicas importantes são feitas por Maxon e advinha quem é a responsável por elas? Sim. America.

Finalmente eles começam a ter noção dos desejos do povo e bolar maneiras mais eficientes de ajudar a população, porém, isso não vai evitar que aconteça uma tragédia, mas digamos que nesse caso dá pra se aplicar aquela teoria de que "há males que vem para o bem", sabe?


Vou dizer pra vocês que acho que Kiera fez esse livro na TPM, porque a mulher resolveu passar a régua nos personagens e muita gente vai morrer. O primeiro deles e eu tenho que dar esse spoiler, porque ele é babado, é o pai de America e essa morte, vai ser fundamental pra menina acordar pra vida e juntar peças importantes do quebra cabeça de Ilea.

Porém, eu achei que ao saber de algumas coisas, que America fosse fazer coisas importantes e que essas informações que ela teve acesso, seriam úteis pra algo, mas como disse... Kiera tava na TPM e acabou se perdendo, deixando de lado umas infos que deixariam o desfecho mais quente do que ele já foi.


Em resumo, eu gostei do final da primeira parte da saga. Sim. Primeira parte. Digo isso, porque o quarto livro acabou de sair e ele meio que dá inicio a uma saga parte dois. Só que agora a gente vai acompanhar o que a filha de Maxon e a escolhida vai decidir da sua seleção.  Mas, eu achei que quase todos os personagens tiveram fins justos e bem de acordo com o que a gente esperava pra eles com base nos acontecimentos dos três livros.


Beijos!! 


quinta-feira, 18 de junho de 2015

Eu li: A Elite - Kiera Cass

E o drama entre America, Maxon e Aspen continua minha gente... Dessa vez, a gente tem um livro mais focado nas questões políticas de Iléa e as dúvidas sobre a escolha da futura princesa, só aumentam, então... A Elite é o livro que vai te deixar um tanto quanto mais irritada com os dramas de America Singer. Prepare-se!!


Nessa sequência, acompanhamos o desenrolar das coisas no palácio com a redução das candidatas da seleção. Agora são apenas seis garotas e as coisas estão cada vez mais complicadas entre elas, no país e principalmente, na família Real.

A presença do rei fica mais intensa nesse livro e infelizmente, não é pro bem de America, viu? E pra gente, ele vai ficar insuportável. Logo, a vontade de "dá na cara dele" é nível 100.




As meninas vão ficar mais próximas da rainha e todas elas vão ter oportunidades de ouro com Maxon. Tudo porque America não se decide de uma vez e continua com o drama de se é capaz ou não de ser princesa, se ama mesmo Maxon, se ele a ama e blá, blá, blá....

Pra ser sincera, esse mimimi dela prende a gente ao livro, mas é um porre enorme. Porque querendo ou não, a gente se coloca no lugar do Maxon e do Aspen, na verdade, mas no lugar do Maxon, porque ele se esforça tanto pra ser bom pra ela e a menina não se decide ou valoriza os esforços dele. Já Aspen  irrita um pouco com a devoção exagerada que tem por America e os riscos que corre pra realizar todos os desejos dela, mas ainda sim, dá pena dele, por se deixar  ser feito de "saída de emergência".


Os ataques dos rebeldes começam a ficar mais sérios e algumas dúvidas começam a surgir sobre o verdadeiro interesse de cada grupo. Por causa disso e de outras questões políticas sérias, a presença de America na seleção, pode ser prejudicada.

Acho que gostei mais desse livro do que do primeiro. Isso, porque ele flui mais rápido e sem tanta enrolação. A parte meia boca é só dos "draminhas" entre America e Maxon, mas as demonstrações de afeto deles, compensa muito viu? Os "ouns" são infinitos e a gente passa a desenvolver algumas emoções sobre os personagens.

O final desse livro é sensacional e inesperado e  nos prepara pras fortes emoções que vão vim em A Escolha.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Eu li: A Seleção - Kiera Cass

Nunca subestime um livro só porque ele é direcionado ao público juvenil, viu? Porque surpresas podem surgir durante a leitura e você acabar se apaixonando pela história, pelos personagens e virando uma maníaca.

Digo isso, porque foi o que aconteceu comigo e o livro  A Seleção, da Kiera Cass, já famosa entre os usuários do Twitter e fãs de autores independentes.



Esse livro tinha tudo pra ser uma história super manjada e melosa, mas ele surpreende bastante o leitor a cada capítulo, porque te influência a criar sua própria concepção sobre o tempo em que as coisas acontecem.

Iléa é uma representação futurista do que séria os Estados Unidos no futuro. No romance, o país foi dominado pela China e se transformou no Estado Americano da China, depois, "graças"a Gregory Iléa, se libertou e virou o que os personagens conhecem como um país, com sistema monárquico dividido em castas. Só que essa divisão social, é um tanto injusta com a população, principalmente, com os de castas mais baixas, como os sete e oito, que passam por privação alimentar, inclusive.

Todos os anos são escolhidas 35 garotas de castas variadas para participar do processo de seleção da nova princesa do país. Para muitas, essa é uma grande oportunidade de melhorar de vida e proporcionar situação mais digna pra seus familiares e claro, assumir o papel mais importante na sociedade: ser um dia a rainha de Iléa.


No entanto, enquanto todas as moças do reino esperam ansiosas pela "Seleção", América Singer, uma jovem da casta 5, praticamente abobina a ideia de participar do processo. Tudo porque ela está envolvida secretamente com Aspen, um rapaz da casta sete. América, acredita profundamente no futuro da relação deles, porém, Aspen, diante das dificuldades financeiras enfrentadas por ele e sua família, pede para que ela se inscreva na "Seleção" e se selecionada, participe, pois, só assim ela poderá ter um futuro melhor do que o que teria a seu lado.

Todo esse mimimi entre os dois, deixa os primeiros capítulos um pouco chatinhos, porque é bem água com açúcar e meio previsível. Porém, quando a menina resolve tomar tenência na vida e vai pro palácio, viver as experiências proporcionadas pela realeza, tanto a história, quanto a personalidade dela, se expande e envolve completamente o leitor.

No vídeo abaixo, tem mais alguns detalhes picantes sobre o livro e o que achei.



América vai conhecer o príncipe Maxon e se surpreender bastante com a personalidade dele e com as coisas que irá descobrir sobre o país e o resultado da amizade que vai nascer entre os dois, é bem fofa, polêmica e vai desagradar a muito gente, mas proporcionará uma oportunidade de ouro pras pessoas que são das castas mais baixas.

Claro, que Maxon vai se apaixonar por ela, se declarar e ela ficar balançada. Afinal, América é a mocinha e detém as qualidades mais incríveis do mundo, mas, como ela ainda sente algo por Aspen, a relação entre ela e Maxon vai passar por momentos bem complicados e a gente fica com muita raiva dele e da América, por não assumirem as rédeas das coisas e ver no que dá.


A Seleção, se faz uma história emocionante, não só pelas histórias que América vive com os dois meninos, mas também, porque faz com que a gente se pergunte sobre questões politicas e sociais atuais, que são ignoradas facilmente no dia a dia.

Além do bom romance, ainda temos alguns momentos de ação e a ansiedade vai ao topo, com os ataques rebeldes que o palácio sofre ao longo do livro e com a evolução da leitura, a ansiedade e tensão só aumenta, porque de maneira leve, mas brilhante, Kiera te prende aos personagens e te vicia totalmente a saga.


terça-feira, 12 de maio de 2015

Só mulheres... Agatha, Kiera, Gillian e bons livros em abril

E aí que todo inicio de mês, eu separo um dia pra gravar e outro pra vim aqui mostrar os livros que li no mês que acabou de terminar. Acho que esse é um exercício bem legal e que me incentiva a ler mais e assim conhecer mais livros. Mesmo que vocês não tenham blog, acho que é legal postar nem que seja nas redes sociais os livros que vocês andam lendo. Criar esse hábito é bem interessante pra quem às vezes se desanima com a leitura.

Bom, agora focando nos livros, eu estou feliz porque consegui ler bastante e dei uma boa adiantada nas leituras que estavam pedentes, então o vídeo vai tá grande e o post também. 




Acabei lendo "Cai o pano" da Agatha Christie e quase tive um troço, porque sem saber li o último livro sobre Hercule Poirot. Acontece que a tia Agatha, antes de morrer resolveu que Poirot teria que ir pra cova junto com ela, só pra ninguém lançar novas histórias com seu personagem favorito. Inicialmente, eu achei egoísmo da parte dela, mas depois entendi o sentido de fazer isso, mas ainda sim, fiquei brava por ter lido essa história agora, sem nem ter terminado de ler todos os casos dele. 


Terminei "Garota Exemplar" que tinha começado no mês passado e a conclusão foi que o livro é bom até, mas a autora fez um final patético e estragou uma personagem que tinha tudo pra ser incrível e agora já sei porque tem gente que não gosta do filme. Quer saber mais sobre o livro? Clica aqui que tem resenha dele aqui no blog. 


As surpresas do mês ficaram por conta dos livros da série "A Seleção", da Kiera Cass e o livro "Anexos" (que também já apareceu por aqui), livro de estreia da Rainbow Rowell e que me deixou suspirando bastante com a história rápida, fofa e divertida do Lincoln e da Betty.


Apesar de "A Seleção" e "A Elite" serem livros mais próximos do publico infanto- juvenil, eu gostei da história e achei que dá pra adultos lerem e se empolgarem também, pois, embutida na famosa narrativa do conto de fadas moderno, a gente tem a abordagem e reflexão de questões sociais interessantes. 

E aí, o que vocês leram esse mês? 


Beijos!!


SENTIDO CONTRÁRIO - 2015. Todos os direitos reservados.
Tecnologia do Blogger