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quarta-feira, 13 de julho de 2016
As músicas dos meus 1/4 de século... 1.1
Postado por
Laly Oliveira
às
08:00
Porque fazer aniversário tem dessas coisas, né? A gente para pra pensar na vida, relembrar algumas coisas e aí, olha o saudosismo batendo...
Aí deu vontade de mostrar pra vocês as músicas que marcaram meus 25 anos e que são minhas favoritas. Não consegui colocar tudo, até mesmo porque seria tortura, mas selecionei as top especiais nesse post com direito a parte 1.2 e 2.1, viu?
Engraçado é que quando ouço ou assisto ao clipe de "Hey Ya!", me lembro da minha sexta série, lá pelos primórdios de 2004, ano em que essa música foi lançada e virou o hit da MTV. Dou risada ao lembrar que era febre na minha sala e todo mundo associava a banda Outkast ao nosso professor de geografia. Val (o professor) odiava isso!! kkkkkkkkkkkk
Quando a fase "rebelde sem causa" bateu na minha turma, todo mundo virou roqueiro e passou a andar com calça folgada, correntes e all star. Rolou também uma chuva de piercings e cabelos coloridos, mas nada tão assustador quanto o efeito calça folgada + corrente na lateral e overdose de Nirvana, Red Hot, System of Down e Linkin Park.
Digamos que esses dois daí de cima são clássicos, né? Toda coleção de músicas dos anos 90, se você foi uma criança influente nos anos 90/2000, envolvia ouvir What's up seguida de More than words, não é mesmo?
Aerosmith é clássico, amor sincero, amor eterno e etc!! Não tinha como não aparecer na minha lista, não é mesmo?
Boa parte do meu gosto musical foi formado pelas trilhas sonoras de "Malhação", MTV, meus pais e seus amigos ecléticos e claro, Sabrina Parlatore com o Clipmania, diga-se de passagem meu programa favorito da vida.
sexta-feira, 8 de abril de 2016
{Nós, amores e muito blá, blá, blá} Confissões
Postado por
Laly Oliveira
às
22:41
Talvez seja egoísmo fazer isso ou apenas seja amor próprio, mas enquanto pensava, resolvi que tinha que tomar outros rumos. Conhecer outras pessoas, lugares, emoções.
É divertido e algumas vezes até cansativo, porque sei que vai faltar ter pra quem contar o que anda acontecendo e nem sempre escrever no diário e mandar cartas ajuda. Você sabe disso, né?
Sou dessas pessoas que sempre tem mil coisas pra contar, não para de pensar um minuto se quer e quando você menos espera, ela tá pensando no dialogo e falando sozinha, revirando os olhos em desaprovação e por aí vai.
Tão artística, né?
E você se acostumou tão bem a esse meu jeito e soube lidar com ele como ninguém. Daí aquela saudade descontrolada que bate de vez em quando, naquelas horas em que vou ver a lagoa, correr em torno dela que nem você fazia...
Tá, eu já deveria ter entendido as coisas. Só que não consigo. Não é que eu ache que você deveria estar comigo e viver as coisas que estou vivendo. Não. Porque se fosse assim, não viveria 1/3 disso tudo e estaria cansada a essa altura.
Veja bem... Eu acho que queria a nossa amizade. O companheirismo e a cumplicidade que a gente teve ao longo dos anos ou pelo menos o que eu acho que tivemos, se por um acaso também tenha me equivocado nessa parte.
Engraçado que é justo nessa hora que acordo e percebo que tudo foi um sonho e aí, cinco minutos depois, me dou conta que tanto a saudade, as lembranças e as histórias, foram mais um truque da minha mente. Um vislumbre do que eu esperava que fosse a tal "coisa especial".
É né... De vez em quando, sonhos e pesadelos se misturam e viram uma miragem e aí, a gente não consegue separar as coisas e se afoga numa poça rasa chamada ilusão. Cuidado! Ela é pequena, porém, extremamente poderosa.
Vacine-se já!
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Diário da Semana #15
Postado por
Laly Oliveira
às
10:14
Finalmente 23!
E o dia depois do grande dia é sempre um dia difícil, né? Dá uma saudade dos momentos vividos, a gente já começa a pensar no próximo ano, rever os presentes que ganhou e choraminga um pouco com as mensagens e surpresas que ganhou.
Não esperava que meu aniversário fosse ser como foi. Na verdade, eu sabia que ia ser diferente e especial, já que como caiu no domingo, teria algumas comemorações antes do grande dia, mas no final, tudo foi totalmente diferente, inesperado e dez mil vezes mais especial. Passei cercada de amigos amados, papis, mamis e grandes momentos de risada e micos (os dois andam sempre de mão dadas quando se trata de mim). Ganhei presentes materiais bem especiais, mas, com toda certeza os mais especiais foram os sentimentais: saber que tenho por perto pessoas tão queridas e que sabem tanto sobre mim.



