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sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Não permita que ninguém tire a sua paz interior

{reflexões}




Quantas vezes você já deixou de se sentir bem por causa de um comentário ou ação de terceiros? Aposto que pelo menos uma vez na vida, já viu seu humor e desejo mudarem porque alguém resolveu interferir no rumo da SUA VIDA.

Não permita que ninguém mude seus sonhos ou tire sua paz. Não se deixe levar pelos pensamentos negativos do outro e se este alguém insistir muito, se afaste dele. Alguém que tenta tirar sua paz, não merece estar ao seu lado. 

Claro, não é fácil se afastar de alguém ou até mesmo perceber que um determinado comentário ou ação que parece inocente, na verdade, vem carregado de segundas intenções e diga-se de passagem, bem negativas.  Mas, pense o seguinte: nada é por acaso. Ninguém faz algo sem motivo e mas ainda: nada que acontece com a gente, seja bom ou ruim, foi sem consentimento. Então, de novo lhe digo: não permita!

Infelizmente, precisei viver diversas situações ruins durante minha vida para entender e valorizar o quanto é importante estar em paz. Ás vezes vivia situações ruins por achar que era o jeito das pessoas exteriorizarem suas dores e que no fundo, no fundo, elas não queriam ser assim. Porém, um dia, parei pra pensar e entendi que ninguém é culpado pelo que eu vivo de ruim além de mim, então, se eu não tenho o direito de descontar meus problemas nos outros, como poderia aceitar sofrer as consequências alheias? Empatia tem limite e quando ultrapassa dos limites saudáveis, talvez, seja um indício de que você é alguém fácil de se submeter a uma relação abusiva.

O abuso nunca parece que é abuso. Ele vem disfarçado de tanta coisa e aí, a gente vai deixando rolar, perdendo o amor próprio, a paz de espirito e o orgulho. Quando você menos espera a infelicidade está morando no seu coração, corpo, mente e lar. As coisas perdem o gosto bom e as novidades que a vida poderia te reservar não conseguem chegar até você. Já reparou que quando falta paz na sua vida, dificilmente as coisas tem valor positivo? Tudo fica mais cinza e falta ânimo pra tudo.

Uma ansiedade desnecessária logo brota no nosso peito só pra dá aquela afunilada básica ao limbo que já se instalou há algum tempo, e não estranhe se a insônia se instalar. Ela vem como o complemento essencial a falta de paz e ao abuso espiritual e emocional que você possa estar se sujeitando sem saber. Não, não é falta de amor, solidariedade ou outro sentimento doce e politicamente correto dar um basta e se importar consigo mesmo, por mais que fazer isso doa e parece em um primeiro instante a coisa mais egoísta do mundo. Ser altruísta é bom, só que em excesso vira suicídio. Você deixa de se importar um pouco hoje, outro pouco amanhã e quando vê...

Aprendi que a gente é capaz de controlar a intensidade que as coisas terão sobre nossa vida, sendo assim, não é pecado evitar sofrer por algo que aconteceu com o outro e principalmente, o que ele possa a pensar sobre você. O que o outro pensa sobre algo ou alguém, é problema dele. Sendo assim, seja responsável por você e viva sua vida sempre focando no que te faz bem e evitando pessoas e situações desnecessárias para sua vida. 

Sua paz interior agradece!


sexta-feira, 10 de março de 2017

Sobre dar um "tempo" a si mesma


A gente acha tão normal dar um tempo nos relacionamentos amorosos, mas, quando para pra pensar em dar um tempo a si mesmo, parece a coisa mais absurda do mundo, não é mesmo?
É que não faz sentido parar a vida pra tentar organizar emoções, rotina e claro, algo que tirou você de linha, porém, às vezes isso é essencial e por mais que assuste e até dê um pouco de angústia, faz bem.

Pensei muito se deveria dar um tempo na minha rotina, nos meus afazeres e sonhos, até que um dia eu parei e disse: desisto! Poxa, nunca fui do tipo de pessoa que desiste das coisas, não, sem pelo menos lutar bastante por aquilo e claro, cansar a mente pensando em uma saída, mas, já não tava me sentindo bem dentro da minha rotina e muitos dos meus sonhos, já não condiziam com quem eu era. Me sentia uma estranha habitando corpo e pele, que um dia já haviam sido meus, entretanto, não estava me dizendo mais nada. Deixei de reconhecer a minha figura e passei a enxergar alguém cansada, sem paciência e completamente deslocada.


Resolvi desacelerar e deixar tudo pra outra hora. Chutei o balde mesmo, dei um tempo nas redes sociais e Whatsapp e resolvi não ter rotina, apenas, deixar as coisas acontecerem e aproveitar outros lados. Sem agenda, relógio, programação ou qualquer coisa que demandasse tempo, espaço e compromisso. Nesse novo modo de encarar as coisas, encontrei um pouco do ânimo perdido, tomei algumas decisões e bem, estou em uma nova rotina, com a qual consigo conciliar coisas que preciso fazer, com coisas que gosto e sem sentir que "tenho que fazer isso ou aquilo", estou fazendo apenas o que quero, quando quero e como quero. Que se danem as fórmulas que alguém estabeleceu como "boas".

O estresse tá aliviando e a ansiedade começando a se controlar. Mas, já não sou mais a mesma pessoa agitada e neste momento, tudo que quero é tranquilidade, então, os posts vão ser diferentes, o jeito de escrevê-los também e sabe, com o tempo, talvez, me sinta à vontade para contar sobre estes tempos e uns outros recentes.


Combinado?

Pra mim funcionou bastante pensar em um trecho de uma música do Nx Zero que diz o seguinte: "é, uma hora a vida cobra e a gente tem que crescer...", então, resolvi que mudar e deixar algumas coisas de lado, não seriam desistir ou qualquer coisa do tipo, apenas encarar uma nova etapa com uma casinha de "crescida" no final, bem lá, no lugar do céu.




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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Diário: Blogs, mudanças, idade nova e outras reflexões

Já tem um tempo que eu venho tentando conter a minha vontade de escrever outro tipo de texto, aqui no blog. Ás vezes acho que seria interessante abrir meus pensamentos para vocês, já que estamos juntas há três anos, mas em outras acho que talvez isso não combine muito com o espaço.

Sei lá, tenho mania de levar tudo muito a sério e de querer separar e organizar sempre e muito bem as coisas. Tá, ás vezes eu exagero. Eu sei. Mas, não consigo conter essa vontade que anda crescendo, por vários motivos. Acho que já temos intimidade o suficiente para vocês começarem a conhecer outros lados. Além disso, seria ingratidão da minha parte, se eu não contasse e desse mais do que nunca a minha opinião sobre outras questões (acho que isso é obra da conclusão do curso).


A eterna lembrança de um dos dias mais emocionantes e lindos da minha vida!


Passada as minhas confusões e angústias, me decidi por usar o Sentido Contrário como um espaço para escrever alguns outros textos que não sejam as boas e velhas dicas e resenhas. Não sei a periodicidade e nem se vocês irão gostar (espero que sim), mas sei que aqui estarei sempre que tiver assunto e vontade de contar coisas novas.

Para começar, acho que não nada mais justo que falar do assunto que ocupou a minha mente pela maior parte do ano: o mundo dos blogs.

Nossa, vocês não tem noção do quanto esse mundinho é complexo e o quanto complicado pode ser fazer um blog como projeto de conclusão. Mas, mesmo assim, eu fiz. Fiz e mesmo não sendo a minha vontade primordial, gostei e se pudesse teria me estendido e transformado em monografia.

Mas, uma coisa me preocupa a respeito desse mundo: qualidade x quantidade.  Fazer um blog não é uma coisa simples e nem aleatória. Querendo ou não, quando você se compromete a criar uma ferramenta desse tipo, você invisivelmente faz um compromisso com a sociedade e por causa disso passa a ser um comunicador, igual ao publicitário daquela agência famosa ou o apresentador daquele telejornal super respeitado. Você vai ser exemplo e referência para milhares de pessoas que podem ou não serem suas conhecidas imediatas, mas que estarão todos os dias acompanhando cada segundo da sua vida e das informações que você passa.

Quando falo lá em cima de qualidade x quantidade é por observar os dados divulgados por respeitados grupos de pesquisas, sobre a quantidade de blogs que nascem diariamente (cerca de 120 mil / mundo) e com isso o trabalho de apuração e a peneira dos blogs que "prestam" ou "não prestam", ao invés de ficar mais fina e ser mais fácil eliminar o joio do trigo, acaba ocorrendo o inverso e o tanto de blog "ruim" que se mantém é incrível.

Acho blog um negócio sério e extremamente delicado. Além das já conhecidas brigas de ego, exibicionismo e outros problemas, tem a boa e velha exploração publicitária que na minha sincera opinião, acaba com a funcionalidade da ferramenta. Os blogs alcançaram acensão por serem veículos de fácil circulação, com conteúdo pessoal e linguagens simples, feitos por pessoas "normais" como eu e você. Pessoas que aprenderam determinadas coisas com o uso do dia a dia, sem curso profissionalizante ou outras firulas. Porém, o ambiente atual não é bem esse. É publicidade que não acaba mais, post's mal feitos, erros ortográficos que não acabam mais, repetição de conteúdo e mais um monte de coisa que não vem ao caso.

O que eu acho disso? Um saco. Eu antes amava passar horas do meu dia vendo as atualizações dos blogs das minhas amigas e dos blogs do meu blogroll, hoje, poucos são os minutos que eu dedico a essa atividade e mais poucos os blogs que eu acesso. Tenho preguiça de ver post repetido, texto chato e publicidade disfarçada de dica de "amiga". Aff!!

Créditos: Merry Blues


Acho um tremendo absurdo alguém ocupar o tempo de uma pessoa só para enganá-la e usá-la na maior cara de pau, para vender sua cota de publicidade do dia. Não faço publicidade no meu blog, porque meu espaço e para dividir com minhas leitoras a minha opinião e infelizmente ou felizmente, ela não está a venda. Por isso, sempre que aqui aparece um release enviado por alguma assessoria ou algum produto enviado pela mesma, sempre, independente da importância que a marca tenha para o mercado, vai aparecer o que EU achei dela, seja isso bom ou ruim. Não me importo. Mas me vale ser conhecida por falar a verdade, do que a ser conhecida pela blogueira "EU ETIQUETA" (como diria C.D.A).

Tô tentando não atribuir essa nova fase ao inicio do meu inferno astral (dizem que 1 mês antes do nosso aniversário a gente entra em inferno astral, será?), mas sei lá, sempre que chega perto do meu aniversário, as coisas mudam na minha cabeça, começo a querer dar novos rumos pra minha vida e pra completar a confusão, eu sinto necessidade de mudar coisas do espaço que habito. Ai já viu, sempre mudo algo no quarto/escritório/banheiro. Sei lá, a cada ano tiro uma coisa da fase infantil e adiciono outra da fase adulta.


Além da fase estranha e com coisas um pouco negativas que rolam nesse período que antecede o dia 03, eu também tenho um aumento das minhas crises de ansiedade e impulso, logo, reações emotivas e insensatas são tomadas quase que a todo momento.

Só espero que o inferno desse ano, seja menos dramático que o do ano passado (que até hoje me gera problemas) e que resultou na maior crise pessoal que eu já tive. Foi bom porque pude aprender várias coisas e fazer novas escolhas.

E aí, qual serão os próximos capítulos dessa minha louca  vida?

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