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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Vamos combinar uma coisa?

{Nós, amores e muito blá, blá, blá}





Vamos combinar uma coisa?

Combinaremos que a partir de agora nada e nem ninguém vai atrapalhar nossos sonhos, nem nós mesmos, pensar em deixar pra amanhã vai ser em último caso e que ao bater vontade de olhar pra trás e desistir, vamos seguir em frente chorando mesmo. Combinado?

Vamos combinar que por mais que seja difícil esquecer pessoas importantes, ou melhor, por mais que seja difícil nos esquecer, faremos isso porque já não "cabemos" mais na vida um do outro, então, vamos seguir, mudar, conhecer pessoas novas e se lá na frente tombarmos de novo, será uma reapresentação. Meu novo eu dando "olá" ao seu.

Mas agora, vamos combinar que a vida mudou mesmo e que em meio a tantas mudanças boas e outras não tão legais assim, nossos sentimentos foram junto.  Eu sei, fica difícil e até assusta perceber essas coisas, mas relaxa... A vida já nos preparou para isso ao nos mostrar novos caminhos, então, vai doer um pouco e já já passará.

Combino com você que irei sonhar e realizar tudo que consegui e que não deixarei de ter gratidão por tudo que viver. Fica combinado aqui que sempre seremos uma lembrança distante de anos de transformação e crescimento, alguns momentos de dor e ainda sim, muito amor e companheirismo.

Então, tá combinado?!

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Apenas, obrigada!

{Nós, amores e muito blá, blá, blá}



Créditos: We Heart It 


Ainda lembro a primeira vez que resolvi escrever algo para você. Não tinha um formato específico e nem um porquê, mas, lá estavam as palavras inocentes que uma suposta menina de 13 anos queria dizer a um carinha de vinte tantos anos...

Lá estava todo o meu sentimento sem máscara, molduras e filtros. Lá estava a palavra bruta de alguém que se arriscava à primeira vista por um novo amor.

Tenho saudades daqueles tempos. Dos tempos em que a gente não estava sempre por perto, porém, sabia onde e como se encontrar e fazer de cada momento, não só único, como também, essencial.

Eramos sem muito esforço, o que um precisava do outro, lembra?

O engraçado é que foi neste exato momento que chegamos a linha tênue entre amor e amizade, entre dar o próximo passo ou esquecer tudo. Estávamos bem ali, prontos pra dar um passo e mudar tudo, no entanto, regredimos, retrocedemos igual nas fitas VHS dos anos 90.

E a gente chegou num espaço, onde, já não cabia nem mais uma relação de conhecimento. Não sabia mais quem era você e percebia que em meio a tantas confissões minhas, você, também não sabia quem eu era. Desconhecidos educados.

Eu sempre sinto sua falta. Sinto falta de um período em especial e com base neste período, sempre norteei toda a minha dedicação, lealdade e confiança em você. É a saudade de um eu seu, que era leve, bem humorado, disposto a ajudar as pessoas, alguém digno de amor.

Sabe, eu só descobri que este alguém era só lembrança e não existia mais, há pouco tempo. Perceber isso foi a coisa mais difícil que fiz nos últimos 10 anos. Foi encarar que eu estava esperando alguém que já havia partido há muito tempo e não voltaria mais. Pior foi perceber que eu teria que caminhar sozinha, porque mesmo você ainda estando aqui fisicamente, já não era a alma que eu queria junto a minha.

Obrigada por tudo. Obrigada por ser a minha inspiração, pelas noites em claro me ouvindo e me fazendo rir, pelos dias de loucura, por me salvar da dor e solidão de um antigo amor. Obrigada por me mostrar esta vida nova, onde, eu aprendi a ser alguém diferente, sendo eu mesma.

Obrigada!

Serei grata por tudo que aconteceu e principalmente, por tudo que você me deu quando eu precisei me auto conhecer. Hoje, eu sei quem sou e posso escrever não só sobre e para você, como para o mundo e, meus sentimentos não estão mais perdidos por aí.

Obrigada por me guiar, mas, agora preciso ir e vou sozinha.

Adeus!

terça-feira, 2 de maio de 2017

A tal carta de despedida

{Nós, amores e muito blá, blá, blá}



Créditos: We Heart it

Então tá, chegamos aqui. Bem aqui, no lugar onde novos caminhos se apresentaram como opção pra nós. Foi bem aqui que tudo mudou. Que escolhemos um caminho diferente e este nos apresentou uma nova visão sobre a vida. 

Sobre um "nós". 

Eu sei. Sei que eu acreditei, alimentei, vesti, cuidei, de cada fragmento de esperança que pudesse significar que teríamos uma história bonita e seríamos mais um casal de amigos. 

Mas, não fomos nada. 

Nem amigos, nem casal. Nada. Não fomos nem o espelho de algo legal, porque não deu tempo. No último minuto, perdemos o encaixe, o enlace perfeito e cada um seguiu um rumo... 

É, nos perdemos.

 Mudamos e esquecemos de avisar um ao outro que não éramos mais os mesmos e que a vida, a nossa vida juntos, já não poderia mais existir. 

Perdemos tempo, estragamos sonhos e fizemos da amizade, uma farsa disfarçada de amor. Porém, esta já não existia há muito tempo e só eu não vi, não é mesmo?

Então, agora, cabe a cada um de nós seguir um caminho. Seguir seu próprio caminho e mesmo que doa, porque dói e assusta muito, não devemos mais olhar pra trás, pois, já não há mais lugar para regressar. 

Não há e nem nunca houve alguém à espera. 

Então, adeus!

sexta-feira, 10 de março de 2017

Sobre dar um "tempo" a si mesma


A gente acha tão normal dar um tempo nos relacionamentos amorosos, mas, quando para pra pensar em dar um tempo a si mesmo, parece a coisa mais absurda do mundo, não é mesmo?
É que não faz sentido parar a vida pra tentar organizar emoções, rotina e claro, algo que tirou você de linha, porém, às vezes isso é essencial e por mais que assuste e até dê um pouco de angústia, faz bem.

Pensei muito se deveria dar um tempo na minha rotina, nos meus afazeres e sonhos, até que um dia eu parei e disse: desisto! Poxa, nunca fui do tipo de pessoa que desiste das coisas, não, sem pelo menos lutar bastante por aquilo e claro, cansar a mente pensando em uma saída, mas, já não tava me sentindo bem dentro da minha rotina e muitos dos meus sonhos, já não condiziam com quem eu era. Me sentia uma estranha habitando corpo e pele, que um dia já haviam sido meus, entretanto, não estava me dizendo mais nada. Deixei de reconhecer a minha figura e passei a enxergar alguém cansada, sem paciência e completamente deslocada.


Resolvi desacelerar e deixar tudo pra outra hora. Chutei o balde mesmo, dei um tempo nas redes sociais e Whatsapp e resolvi não ter rotina, apenas, deixar as coisas acontecerem e aproveitar outros lados. Sem agenda, relógio, programação ou qualquer coisa que demandasse tempo, espaço e compromisso. Nesse novo modo de encarar as coisas, encontrei um pouco do ânimo perdido, tomei algumas decisões e bem, estou em uma nova rotina, com a qual consigo conciliar coisas que preciso fazer, com coisas que gosto e sem sentir que "tenho que fazer isso ou aquilo", estou fazendo apenas o que quero, quando quero e como quero. Que se danem as fórmulas que alguém estabeleceu como "boas".

O estresse tá aliviando e a ansiedade começando a se controlar. Mas, já não sou mais a mesma pessoa agitada e neste momento, tudo que quero é tranquilidade, então, os posts vão ser diferentes, o jeito de escrevê-los também e sabe, com o tempo, talvez, me sinta à vontade para contar sobre estes tempos e uns outros recentes.


Combinado?

Pra mim funcionou bastante pensar em um trecho de uma música do Nx Zero que diz o seguinte: "é, uma hora a vida cobra e a gente tem que crescer...", então, resolvi que mudar e deixar algumas coisas de lado, não seriam desistir ou qualquer coisa do tipo, apenas encarar uma nova etapa com uma casinha de "crescida" no final, bem lá, no lugar do céu.




¬¬

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

{Nós, amores e muito blá, blá, blá} Vem cá, vamos conversar sobre mim

We Heart It 


É, eu achei que não tivesse mudado. Cansei de concordar com você, mas, vejo que mudei. Herdei coisas de você, do nosso convício e das histórias que compartilhamos.

Não sei mais viver sem observar tudo por vários ângulos, sem sentir aquela leve pontinha de desconfiança, sem ouvir meus extintos.

Você me tornou uma caçadora. Um cão arejador em busca da verdade. Um sabujo caçando uma presa nova para seu mestre.

Foi por você e para você que me tornei tão mais forte. Foi com você que aprendi que precisava investigar, observar e ouvir mais do que falar. Aprendi a ser um detector de mentiras ou simplesmente, uma boa jornalista.

Aprendi a ser uma mulher mais leve. Daquele tipo que não planeja muitos romances, nem espera tanto vivê-los, mas, que sonha com dias de paz, domingos preguiçosos, banhos de chuva e noites de lua cheia.

E sim, admito que a beleza da vida e das coisas está em simplesmente não ter pressa, talvez ter um pouco de medo e nunca parar. Aproveitar as mudanças e se adaptar a elas é a meta da vida.

Obrigada e agora, vamos conhecer o novo, mas sem esquecer daquele velho e louco amor.

Amo você e isso é para sempre!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

{Nós, amores e muito blá, blá, blá} Eu já escrevi outras cartas de despedida

Créditos: We Heart It

Eu já escrevi outras cartas de despedida antes. Já tive diversas oportunidades de falar sobre o que eu sinto e ouvir coisas sobre. Às vezes me diziam palavras positivas, outras vezes, negativas. Porém, sempre tive uma resposta. Uma reação para minhas ações.

Com vc foi diferente. Saboreei toda a covardia de alguém por quem usei toda minha coragem contida. Alguém por quem abri mão de um amor antigo e tão importante. Eu confiei em você e dei meu coração e um "eu te amo" completo.

Veja bem, não esperava você me dizer "eu também", mas, esperei respeito e sinceridade. Esperei uma parceria de confiança e lealdade. Entretanto, você simplesmente se foi. Arrumou as malas, pôs no carro e disse que ia na esquina comprar chocolate. Você Ainda me perguntou qual sabor eu queria, planejou uma semana de amor e depois sumiu. Caiu no mundo, aproveitou a noite e fez da lua, sua aliada e confidente.

Não vou te perdoar. Não preciso e nem quero fazer isso. Porque sei que só se merece perdão, se for com arrependimento sincero e você não vai se arrepender jamais. Não por ter me magoado, mentido e largado na rua a sua espera, mas sim, por estar só na esquina de alguma rua sem luz e brilho de lua, pois, ela, assim como você, também trai a confiança de quem acredita em sua luz e também se atrai pelo sol. Mas, o sol não quer mais a luz da lua. Ela é fria demais pra ele.

Boa sorte!

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

{Nós, amores e muito blá, blá, blá} Decida-se

Créditos: We heart it
Você precisa se decidir. Tem que resolver se vai embora de uma vez ou se vai ficar e carregar todos os pesos, fazer os sacrifícios necessários e não reclamar. Você precisa dizer o que quer.

Não dá mais pra ficar adiando e manter a esperança de que amanhã vai ser menos nublado do que hoje, quando na verdade, o sol resolveu se retirar há bastante tempo e não há precisão de voltar. Não para essas bandas. Aqui o clima é outro.

Já adiamos essa escolha por tantos motivos fúteis. Um dia, achamos que um precisava do outro, no dia seguinte, que o horóscopo estava certo ao dizer "dias melhores virão", lembra? Achamos que esses dias eram pra o eu + você, quando na verdade, era pro você e pro eu, cada um no seu quadrado, igual a música.

Se a escolha dependesse só de mim, eu decidiria ficar. Também poderia decidir ir. Não sei. Ainda tô pensando os prós e os contra. O medo contra o conforto.

E nesses tantos modos de viver com você, eu já nem sei mais se isso ainda é amor, ou melhor, se algum dia foi. Não que eu não trema mais quando penso em você, no seu sorriso, naqueles nossos beijos leves e de olhos fechados. Meu coração ainda acelera, dá pulos e eu ainda sinto o estômago tremer, mas quando penso em hoje de manhã... É tudo tão normal.

Café da manhã, jornal, previsão do tempo... Chaves, celular e um "até mais".

Então, talvez eu precise ir, já que você não vai. Não pretende devolver as chaves de casa e nem o frasco de cola, aquela cola de fixação moderada que você sempre usa pra colar os meus pedaços, aliás, os pedaços do meu coração. Aqueles pedacinhos que eu sempre deixo você usar como válvula de estresse nas suas aulas de "faça você mesmo".

"Faça você mesmo"... Interessante, né? Acho que vou experimentar fazer eu mesma a colagem dos meus pedaços e te deixar pra trás. O que acha?

Te vejo no jantar às sete?



quarta-feira, 18 de maio de 2016

{Nós, amores e muito blá, blá, blá} Resistência

Créditos: We Heart It 

Sabe aquele discurso bonitinho e bem feito de "superioridade feminina", pois é, desconsidere ele. Hoje, eu não vou tentar bancar a superior, a bem resolvida emocionalmente. Quero soltar o que sinto. Dizer pra você e pra quem mais quiser ouvir tudo o que eu deixei retido em mim.

Não, eu não sei superar as coisas. Não sei descer pro playground  e brincar de boa com os coleguinhas, dividir meus brinquedinhos e depois voltar pra casa como se nada tivesse acontecido. Não sou assim! Eu guardo, alimento, sofro e depois devolvo criado e autossuficiente.

O sentimento tá aqui e nesse exato momento, eu não sei como, mas, ele deseja você. Eu sei, que ele te quer. Quer voltar pra casa, ficar no seu colo e deixar você fazer o que quiser com ele, afinal, ele é seu e eu nada posso fazer.

Na boa da verdade, eu nem sei o que poderia fazer com ele, comigo e com você. Sabe por quê? Eu deixei você dizer como as coisas seriam e no final das contas, não me preparei pro que poderia vim. Bem, pra minha surpresa, o que veio foi você. De mala e cuia, lacinho na cabeça e sorrisinho no rosto.

Meu coração não aguentou, né? Porque ele não sabe lidar com coisas significativas. Gestos espirituosos acabam com a parcimônia dele. Não existe letargia pro meu amor, então, por favor, apenas pare de me amar. De fazer eu te amar. Porque eu não estou sabendo viver com você e piorou mais ainda sem você.

Querido, apenas pare!

Pare de ser tão bom. De retirar o melhor de mim, de me fazer desejar você e não saber como controlar esse amor. Pare de ser irresistível.

Pare, eu imploro e agradeço. No entanto, se você quiser continuar provocando tantos efeitos químicos em mim, eu deixo. É, deixo e não precisa avisar não.

Vai com força, sem aviso e me arrasa. Não vou resistir!

sexta-feira, 4 de março de 2016

{Nós, amores e muito blá, blá, blá} O que não está (va) aqui

Créditos: We Heart It 


Esses dias ouvi uma canção que me fez pensar em tudo que a gente anda vivendo. Escutei cada palavrinha que a cantora proferia em sua melodia intensa e consegui entender que estava fazendo o mesmo que ela.

Não te amo mais. Na verdade, talvez ame um pouco, né? Mas, se ainda te amo é por lembrar de tudo que a gente viveu (eu). Era justamente isso que a cantora vetava em sua música: amar o que já passou.

Ainda sim, a gente se prende um pouco ao passado. EU me prendo ao passado, achando que assim tenho desculpas pra remediar o presente e prevê um futuro ao seu lado. Só que as coisas não crescem com base no que já acabou. E eu não sabia ou não podia entender isso até ouvir as palavras daquela mulher desconhecida. Aquela mulher que provavelmente já cantou baladas de amor pra outros casais.

Na minha verdade, o amor não é assim. Ele não se mostra bonito e com um sorriso incrível de te tirar do chão e depois te joga a mais de mil pés, sem nem saber quantos ossos você quebrou e se tá viva. O amor nessa minha imaginação fértil e nesse meu coração acelerado, fica por perto, cuida e deseja o melhor, mesmo que na ótica egoísta dele, o tal "melhor" seja ter o outro pro perto.

Me sinto viva por saber que tentei fazer de todas maneiras com que você se sentisse bem, com que estivesse bem. Talvez, tenha falhado em algumas partes e nunca vá poder arrumá-las, no entanto, sei que fiz o que precisava e me sinto bem, por mais que isso tenha me custado algumas lágrimas e momentos de solidão, estou bem. Aprendi a viver, entender quem eu sou, como amo e principalmente o que um amor de verdade nos dá. O detalhe ruim é que descobri que nunca houve um amor pra mim. Dei meu amor a você e não recebi nada. Nem de mim, nem de ti.

Então, agora eu não o amo mais. Resolvi pegar de volta o que era meu e doá-lo a mim mesma e está sendo incrivelmente bom. Por isso esse adeus. A ponte mais próxima me espera e preciso cruzá-la de coração aberto, alma leve e assas nos pés. E se você me ver por aí, meio assim, meio assado... Relaxa! O amor é o melhor energético que a gente pode tomar. Vá beber o seu, porque já estou na metade do meu.


Beijos! 

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

{Nós, amores e muito blá, blá, blá} Borboletas



Hoje lembrei de uma menina que estudou comigo e me influenciou a gostar de borboletas.

Ela era uma garota bonita e de alma leve. Aquele tipo que você bate o olho e sente a paz emanando e simplesmente, simpatiza com a aura, sabe?

A tal menina sempre tinha algo de borboleta com ela, mas o item que me despertou a curiosidade, foi um anel. Ele era realmente lindo e um dia, finalmente, perguntei por quê ela gostava tanto do tal animal... A resposta dela era que "representava a liberdade".

Sem querer, naquele mesmo momento, ela se tornou mais especial do que já era e eu passei a gostar e almejar as borboletas e a liberdade, assim como minha colega.

Um pouco depois, descobri um outro significado ou sentido para as borboletas: o amor.

Dessa vez, elas estavam no estômago e podiam tanto significar liberdade quanto prisão. Mesmo assim, viraram meu sonho de consumo e o da menina também.

Porém, um dia ela descobriu que as tais borboletas do amor, afetam nosso coração e a mente. Era o dia em que ela perdia um amor.

Ela sofreu.

Por uns dias até chegou a regredir aos tempos de casulo, mas algum tempo depois, voltou ao que era.

Sabe, algumas borboletas vivem apenas um dia. Outras, como as do estômago, podem durar a vida toda e pra isso, basta só um pouco de sorte.

Mas, por favor: sem vômito ou dor no percurso, tá?

Esse estômago aqui é sensível demais!


Beijos!! 

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

{Nós, amores e muito blá, blá, blá} Tempestades




E tem tantas palavras que eu gostaria de te dizer, mas sei lá... Acho que o tempo delas já passou há alguns capítulos atrás, né?

Por que?

Você sabe que eu não sou objetiva quando as coisas se resumem a simplesmente nos definir e tomar um rumo.

Eu quero, você parece que quer, mas a gente não vai.

Então, pra quê voltar mil vezes ao mesmo ponto: "gosto de estar com você" - "eu também gosto".

Tá, eu também tenho medo.

Não de a gente mudar, como você vive dizendo que é o seu, mas do que pode ser se isso der tão certo que um se apoie demais no outro.

Todo mundo fala que a gente é igualzinho... Que um merece o outro... E por aí vai...

Não sei se isso é bom.

A verdade é que quando se trata de você, não sei de nada.

Apenas sinto.

Perco a noção de tempo e espaço e quando vejo... Olha eu lá... De novo, entregue nas suas mãos e aos seus dedos suaves e precisos.

Porque você me toca. Ahhh... E como você me toca...

Fundo... Suave... Marcante!

Do jeito que só você consegue fazer em meio as nossas madrugadas, envoltos em tantos segredos, confissões e juras secretas...

... Porque a boa da verdade é que a gente é assim... Um oceano de confusão, dúvidas, orgulho e tempestades de autoproteção...

E aí, a gente se separa.

Um deixa o outro naquela mesma esquina e vai sem olhar pra trás, mas por dentro, reza pra que o outro fique ali e espere, que saia da chuva e se seque, mas que espere.

Que regue. Que ainda haja amor quando os ventos se acalmarem e tudo melhorar.

Pra aproveitar os dias de sol, a primavera.


quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

{Nós, amores e muito blá, blá, blá...} Nós (versão 1.6)





Deu vontade de escrever pra você hoje.

Vontade de contar sobre aquelas velhas coisas, te relembrar sobre o quanto te amo e sinto falta do seu cheiro... Daquele seu riso bobo e contagiante.

E é nessas horas, em que sinto necessidade de você, uma louca vontade de te roubar pra mim, que sinto o quanto você mexe com meus hormônios, neurônios e nervos.

Como pode? Deus... Como um homem sem nada demais, pode causar tantos efeitos sobre uma mulher. Como?

Não sei se é o jeito louco e simples de quem espera muito, mas pouco tem coragem de admitir que deseja. Se foi o olhar de menino com a coragem de um velho homem... Não sei...

Mas preciso. Quero. Necessito.

O quê?

De você.

Das suas mãos... Do seu olhar... Respiração... E até quem sabe, apenas dos seus diálogos sobrecarregados de palavrões e sinceridade ao extremo.

Queria você. Aqui, assim... Só meu.

Porém, só sei que por hoje não vou ter você. Não posso ter.

Não me arriscaria a te pedir mais uma dose diária. Não depois de "nós" versões 1, 1.2, 1.3, 2, 3,4...

Quero um "você" novo, mas tão próximo do antigo que chega a ser contraditório. Um você de sorriso fácil e menos pesos nos ombros.

Um eu e você flutuantes.

Eu e você.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

{Nós, amores e muito blá, blá, blá} Ano novo, ano velho...

E o que muda?


É engraçado ver as pessoas na ansiedade pra que 2015 acabe e 2016 comece, só porque elas acham que assim tudo será diferente. 

Sabe, por muito tempo (diria que uns 23 anos) eu achei que anos ímpares eram ruins e que só podia viver coisas boas nos anos pares. Daí, ficava rezando pro ano "ruim" passar logo e todo final de ano, ficava louca de ansiedade pra o relógio dá meia noite. 

Esse ano passei a ver as coisas de outro jeito e aí, o meu carma com o ano passou. 


Créditos: We Heart It 

Na verdade, o que fez o meu posicionamento mudar, foi justamente a minha reposição. Quando passei a deixar de esperar o tal "milagre do ano", vi que tanto ímpar quanto par, podem ser bom  e diferente. Basta que eu me permita e persista na busca pelo que desejo ou melhor, pela mudança positiva. 

A virada de ano é mais um último dia do mês como todos os outros que você e eu vivemos ao longo dos anos. O que difere é que iremos começar (de novo)  o mês 01 e nada mais. Sua vida não vai magicamente mudar só porque deu 00:00h do dia 01/01. 

Créditos: We Heart It 

Tudo mudo quando você resolve que algo precisa mudar e quem deve fazer isso é VOCÊ. 

Se algo não vai bem na sua vida, a única pessoa capaz de fazer com que tudo mudo é a dona da vida e mais ninguém. Tando ruim ou bom quem vive é você, não eu ou o vizinho ou até o ano. Então pare de ideias furadas e apenas encare as coisas. Respire. Suspire e persista nas mudanças. Nos ajustes.

Tive um ano incrível, só porque esqueci do carma dos anos ímpares e me concentrei em algo que queria muito. Além de conquistar o que tanto queria, consegui outras coisas e hoje, me sinto realmente bem. Melhor do que me senti no final dos meus melhores anos pares. O que fiz? Mudei. Relaxei. Inspirei... E aí, corri... Corri muito, no entanto, cheguei onde queria (e mais... Muito mais). 

O ano vai virar? Vai. Algo vai mudar com o novo ano? Não sei. Mas se mudar, foi porque teve que ser assim e não apenas porque o ano virou. Coisas ruins e boas acontecem independente do dia, mês e ano em que estejamos. Elas simplesmente acontecem. 


Feliz ano novo/velho!


Beijos!! 

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

{Nós, amores e muito blá, blá, blá} O dia

Creditos: We Heart It

Antes eu achava que você apenas se preservava por sentir muitas coisas, mas a verdade, diga-se de passagem, dura, é que você não sente muita coisa, não é?

Dessa vez a coragem que tanto eu tinha e sempre acabava sendo vencida por suas frases de efeito, suas jogadas precisas, finalmente acabou sendo forte e sobressaindo.

Consegui fazer a pergunta que precisa.

E bem...

Nós já sabíamos como seria... Como está sendo.

Você jogou, tentou se esquivar, mas não deu.

O círculo apertou e advinha quem tava lá no meio?

VOCÊ...

E se algum dia você encontrar um espelho, cuidado!

O resultado pode ser bem desastroso.

#ficaadica


quinta-feira, 1 de outubro de 2015

{Repare} A psicose de aliar felicidade as coisas banais

Por que as pessoas tem dificuldade em entender que você e eu não somos obrigados!


Adoro a função "muro das lamentações" que as redes sociais tem. Não é que eu nunca tenha usado como canal de murmúrio ou mandado alguma indireta (quem nunca?), só que de vez em quando eu fico observando o quanto tem gente que já gosta de se incomodar com o que não é da sua conta (aka a base mais clara que você comprou e tá usando mesmo assim, os 10 kg que você engordou e não tá a fim de perder, a foto sem maquiagem que você postou) e fazer aquela maldita crítica construtiva (pra quem ela é construtiva e interessa, eu não sei. Sinceramente? Desculpa esfarrapada de fdp¹ que quer encher seu saco, mas continuar te vampirizando e monitorando sua vida. Se ligue, viu?). 

Pelo amor de Deus, né? Se a fulana resolveu usar blusa azul com calça verde e tamanco djean e você não gostou, problema é seu. É feio? É. Mas ela quis. E não me venha tentar virar o "não sou obrigada" a seu favor, porque você que foi lá frutricar a vida dela e assim como você não é obrigada a aceitar o gosto duvidoso da mocinha, ela também não é obrigada a se vestir melhor só porque você acha feio. Sacou qual é a relação do "não sou obrigada"ou "não estou disposta"? kkkkkkkkkkkkkkk



Créditos: We Heart It 


Aí vem a justificativa padrão de que "gente feliz não enche o saco"... Sério?  Quem foi o fdp que concluiu isso? Porque pra encher o saco alheio basta vontade e independe de estado de espirito.  

Tem muita gente que é espirituoso, feliz, um amor de pessoa, mas que gosta de implicar com tudo por vida. Porque tem um padrão de qualidade muito alto e difícil de ser atingido pelos meros mortais, aí já viu, ela identifica mais facilmente algumas coisas  meio "tensas". Algumas pessoas que tem essa sensibilidade mais aflorada sabem lidar com isso e outras não.... Daí quem não sabe lidar, vira o chato reclamão da vida e que por tabela é um tanto quanto intolerante, porque ele não só identifica o que não tá muito legal, mas também cobra de você uma mudança e uma "perfeição" que você não quer pra sua vida. 


Gente, pelo amor de Deus! 

Vamos ser feliz de qualquer jeito? Tipo, eu não gosto do seu tamanco djean (isso não é verdade, tá?), mas quem usa é você. O problema é seu. Se você usa, é porque gosta. Custou seu dinheiro e o problema, claramente, não é meu. Então, quando eu usar meu item de gosto duvidoso ou sai com meu lápis borrado de propósito, me deixe usar minha po... em paz, tá? 

E assim o nosso amado "não sou obrigada", "não estou disposta" e blá, blá, blá, serão ditos e vividos plenamente e sem nenhuma falsidade enrustida ou pressão por aceitação, encheção de saco e todas essas chatices ocasionais. Pense nisso e não se obrigue a algo que você não gosta e que vai te incomodar pelo resto do dia, só porque você não fez valer o seu direito de "não ser obrigada". 


¹ Sim, eu xinguei e tem palavrões sim. E daí? Você não xinga, não? 


Beijos!!  

terça-feira, 23 de junho de 2015

Nós, amores e muito blá, blá, blá: Sobrepeso...




We Heart It


Achei que talvez fosse coisa da minha cabeça, sabe?

Mais uma daquelas crises de pensamento continuo, quando a gente pensa mil coisas ao mesmo tempo sobre uma situação e não consegue definir o que faz sentido e o que não faz, mas pensando bem, agora acho que não foi uma crise.

Foi real.

Você entrou na minha vida e não só me sobrecarregou emocionalmente, quanto me deu 15 kg a mais, uma vida totalmente fora do eixo e um emocional mais desequilibrado do que já era.

O mais interessante é que quando resolvi eliminar esse "peso" a mais, aos poucos você foi saindo da minha vida também e aí, justo quando chego ao peso de quando você entrou na minha vida, você sai.

Estou mais leve. Mais saudável.

E agora, não só meu corpo está se transformando, mas minha vida também.

As mudanças doem, são difíceis, há momentos de tentação, mas a recompensa no final vale por tudo.

Estou -15 kg livre de você...

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Nós, amores e muito blá, blá, blá - O ponto final e o recomeço

Créditos: We Heart It 
Acho que ela nunca se preparou para o dia em que te escreveria a última carta. Aquela carta, onde todas as suas emoções fossem postas a mostra e julgadas como um mero equívoco, mas esse dia chegou e a última carta foi escrita com todo o amor que ela lhe reservara por um longo período. O que para muitos poderia ser tido até como uma vida.

Ela não lhe disse muito, até mesmo porque todas as palavras de amor já foram ditas ao longo das outras cartas e também, porque não lhe restava mais aquele amor pueril e corajoso que sempre havia acompanhado aquela história.

Chegava ao fim não uma história de amor, mas sim, um caso de lealdade, amizade e fidelidade unilateral. Alguém ali cansara de dedicar seus dias e suas palavras a um coração fechado e indisponível.

Ela tentou. Muito até, mas assim como as estações do ano, aquela história precisava encontrar o seu final. Eles precisaram encontrar seus verdadeiros caminhos e assim seguirem suas vidas, cada um no seu espaço e na sua realidade.

Ela não sabe ainda quando voltará a escrever para alguém, mas também não sabia que podia escrever para alguém quando tudo isso começou, mas hoje, ela escreve, porque assim se sente viva, porque assim seu coração respira e ela suspira a alegria de poder dizer sem medo e sem vergonha que ama.

Que ela ama você!

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Nós, amores e muito blá, blá, blá - Tpm, amores e a vontade de ficar...


Créditos: reprodução / We Heart It


Deu vontade de escrever pra você hoje. Escrever falando coisas aleatórias, sentimentos da TPM e desejos pra um futuro bom.

Há muito tempo eu nos fiz uma promessa meio complicada de manter e com muitas quebras de lá pra cá, mas com um vontade enorme de transformar um desejo absurdo e totalmente inconsequente em realidade. Desejar o que eu talvez não precise, mas não saiba viver sem, essa sou eu, prazer em conhecê-lo.

Não é sempre que te abro o coração e escancaro tão abertamente essas palavras claras, ácidas e até um tanto quanto exageradas. Elas vivem num lugar especial, esperando a hora em que uma frase, uma ação ou apenas uma recordação, as desperta, põe em ebulição e solta-as por aí, sem nem querer saber se você vai ser infectado por uma delas e se vai saber de onde elas partiram.

Elas voam, ganham vida e força com o ar. Tocam outras pessoas que também tem tantas palavras e sentimentos contidos, mas ainda não encontraram suas chaves, mostram a eles  que o amor é assim, inconstante, cortante... Vibrante. Você num vê a hora em que ele chega até o momento em que não há como dizer "faça o retorno, não preciso de você". E ai, quando você finalmente percebe o que houve, sua única reação é " seja bem vindo, entre, sente-se e fique a vontade pra causar qualquer dano permanente sem consulta. Meu seguro vai cobrir tudo".

Meu seguro não cobriu nem 1/3 dos estragos que você provocou numa simples tempestade de verão que dirás os das nevascas... Um destrutivo amor e um vulnerável coração se encontram e dessa explosão ressurgi eu e você, sobreviventes de nós mesmos.

Amor não da teto, comida, mas quando você ama alguém querer ta perto é maior que tudo porque você sabe que mesmo tendo todos os motivos dizendo o tempo todo, para você ir embora, ficar mesmo sendo mínimo se faz maior e soberano. Sim, eu vou ficar... Estou ficando... Fiquei.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Nós, amores e muito blá, blá, blá - Sobre um tempo que já foi

Créditos: We Heart It


Eu deveria ter encarado isso antes e de uma vez só, ter te dito tudo o que eu precisava ou que eu achava que precisava. Eu te esperei.

Fiquei aqui pronta para te receber de volta por três, quatro semanas, um mês e agora já foi. A vida passou e chegou a hora de cada um seguir seus caminhos, mas acima de tudo, de eu enxergar a verdade sobre um "a gente", que nunca se quer existiu.

Você foi e eu aqui estou. Pronta para viver a minha nova vida, algum tempo depois de tudo o que jamais imaginei que viveria. Boa sorte para nós e que você possa ser muito feliz, como eu pretendo ser de agora em diante, pena não poder te dizer isso do jeito que você realmente merece. Uma pena mesmo. :'(

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Nós, amores e muito blá, blá, blá - Um ano novo pra nós...

Mais um ano terminando e pra alguns a vontade de que o ano passe e leve tudo de ruim que aconteceu é enorme, né? Mas, você já parou pra pensar que o ano não tem muito haver com as coisas que aconteceram?

Às vezes, não é o ano que precisa mudar, virar ou qualquer coisa do tipo. Provavelmente, quem precisa mudar é a gente. Não o jeito de ser, mas o jeito de encarar certas coisas, certas pessoas...




Tenho tido a sorte de ter dois anos bons para recordar e de até mesmo tendo passado por momentos chatos e desagradáveis, não ter a menor pressa pra o novo ano. Talvez, seja só a certeza de que a única coisa boa de virar um ano, é saber que você teve a oportunidade de continuar vivo. De continuar perto das pessoas que você ama. Que pode conquistar novos amigos, objetivos e acima de tudo, que aprendeu lições valiosas.

Há os que aprendem com os erros dos outros e não vivem os seus próprios. Há quem precisa viver um milhão de vezes os mesmos erros, pra um dia resolver que não precisa mais passar por aquilo. Mas, tanto uma situação, quanto a outra é fruto das escolhas que você faz. Nada mais que isso. O ano,  não tem nada haver com isso, viu?

Aprendi que gosto de ver até onde as coisas podem ir. De saber o valor real, tanto de coisas boas quanto de coisas ruins, porque assim, eu posso dizer com peso que eu não quero tal situação pra mim. Assim foi 2014: ano de descobri o que eu queria, ano de por em prática o que eu sabia que precisa, ano de dizer tudo o que eu sentia.

E vocês, ahhh vocês.... Não tem ideia do quanto são verdadeiramente especiais para mim. É importante cada feed back que vocês dão. Cada palavrinha mandada em e-mail, pelos comentários, pelo Facebook... Isso faz com que tudo seja ainda mais incrível e que cada vez que eu pare e pense em como era e como seria a minha vida sem o blog, eu não consiga ver a menor graça e nada.

Obrigada por mais um ano de confiança. Amo vocês!! *Feliz 2015!!


Beijos!! 

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