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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
{Nós, amores e muito blá, blá, blá} Borboletas
Postado por
Laly Oliveira
às
19:29
Hoje lembrei de uma menina que estudou comigo e me influenciou a gostar de borboletas.
Ela era uma garota bonita e de alma leve. Aquele tipo que você bate o olho e sente a paz emanando e simplesmente, simpatiza com a aura, sabe?
A tal menina sempre tinha algo de borboleta com ela, mas o item que me despertou a curiosidade, foi um anel. Ele era realmente lindo e um dia, finalmente, perguntei por quê ela gostava tanto do tal animal... A resposta dela era que "representava a liberdade".
Sem querer, naquele mesmo momento, ela se tornou mais especial do que já era e eu passei a gostar e almejar as borboletas e a liberdade, assim como minha colega.
Um pouco depois, descobri um outro significado ou sentido para as borboletas: o amor.
Dessa vez, elas estavam no estômago e podiam tanto significar liberdade quanto prisão. Mesmo assim, viraram meu sonho de consumo e o da menina também.
Porém, um dia ela descobriu que as tais borboletas do amor, afetam nosso coração e a mente. Era o dia em que ela perdia um amor.
Ela sofreu.
Por uns dias até chegou a regredir aos tempos de casulo, mas algum tempo depois, voltou ao que era.
Sabe, algumas borboletas vivem apenas um dia. Outras, como as do estômago, podem durar a vida toda e pra isso, basta só um pouco de sorte.
Mas, por favor: sem vômito ou dor no percurso, tá?
Esse estômago aqui é sensível demais!
Beijos!!
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
{Nós, amores e muito blá, blá, blá...} Nós (versão 1.6)
Postado por
Laly Oliveira
às
18:34
Deu vontade de escrever pra você hoje.
Vontade de contar sobre aquelas velhas coisas, te relembrar sobre o quanto te amo e sinto falta do seu cheiro... Daquele seu riso bobo e contagiante.
E é nessas horas, em que sinto necessidade de você, uma louca vontade de te roubar pra mim, que sinto o quanto você mexe com meus hormônios, neurônios e nervos.
Como pode? Deus... Como um homem sem nada demais, pode causar tantos efeitos sobre uma mulher. Como?
Não sei se é o jeito louco e simples de quem espera muito, mas pouco tem coragem de admitir que deseja. Se foi o olhar de menino com a coragem de um velho homem... Não sei...
Mas preciso. Quero. Necessito.
O quê?
De você.
Das suas mãos... Do seu olhar... Respiração... E até quem sabe, apenas dos seus diálogos sobrecarregados de palavrões e sinceridade ao extremo.
Queria você. Aqui, assim... Só meu.
Porém, só sei que por hoje não vou ter você. Não posso ter.
Não me arriscaria a te pedir mais uma dose diária. Não depois de "nós" versões 1, 1.2, 1.3, 2, 3,4...
Quero um "você" novo, mas tão próximo do antigo que chega a ser contraditório. Um você de sorriso fácil e menos pesos nos ombros.
Um eu e você flutuantes.
Eu e você.
♥
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
{Nós, amores e muito blá, blá, blá} Essa é pra você
Postado por
Laly Oliveira
às
11:17
Que achou que o amor nunca iria acabar...
Porque ele um dia acaba, as coisas mudam... A vida segue e tudo passa!
Nada é eterno. Nem a vida, então, porque julgar que o amor, logo ele, o sentimento mais indulgente do mundo, seria infinito?
Pois é, quem ama também cansa de esperar, perdoar e principalmente: de amar!
E assim foi com aquele casal tão bonitinho, chamado de "nós".
O nós, virou eu. Virou você. Ela. Ele...
Porque perdoar é fácil. Esquecer, nem tanto. Mas a gente se permiti tentar, uma, dua, três... Mil vezes, mas um dia... Ahhh "Um dia"...
... A gente acorda e percebe que passou e alguém perdeu a chance de ser o último a entrar e fechar a porta daquele coração.
Já outros dão até um pouco mais de sorte e ficam pelo curto espaço de tempo que inocentemente julgam ser "eternidade".
Mas sabe qual é a lição disso tudo?
Você tem que viver, dá valor, cuidar e fazer o "certo", agora. Amanhã é tarde demais e o "nós" acabado.
E o amor? Ahhh... Ele acabou. Pelo menos por você.
#ficadica
♥♥♥
quinta-feira, 27 de março de 2014
Nós, Amores e Muito Blá, Blá, Blá - Sabe
Postado por
Laly Oliveira
às
13:06
Já tive medo da vida, das pessoas, das palavras, do quanto a importância e peso delas não cabia mais em mim. No fundo, eu sei que isso tudo fazia parte do meu destino, conspirando para minha vida se cruzar com a sua naquele dia.
Em alguns momentos duvidei se conseguiríamos cruzar as barreiras e driblar as diferenças, mas hoje eu entendo que as coisas boas moldadas pelo destino, sempre acabam bem.
Ainda não sei quando nosso "fim" vai chegar, como vai ser. Eu sei. Eu nunca sei de nada além do horizonte, mas sinto que mesmo quando as coisas parecem não fazer o menor sentido, ée quando estão mais certas e mesmo longe das vistas, elas ainda estão perto do coração.
Você consegue imaginar isso? Nem eu.



