Ahhh meu Deus!
Finalmente eu consegui ter coragem e tempo pra concluir minha maratona pelos episódios de Gilmore Girls: um ano para recordar. Demorei mais, pois precisava concluir algumas temporadas da série oficial, que apesar de ser uma grande querida e amada, eu nunca havia conseguido chegar até as temporadas finais. Então, foi um misto de despedida com recomeço.
Mas, preciso dizer que apesar de todos os comentários que li e vídeos com pré- spoilers que assisti sobre a série nova, produzida em parceria com o Netflix, nada resumiu ao certo a emoção de assistir cada um dos episódios de 90 minutos. Na verdade, as grandes emoções vieram com os dois últimos episódios e foram ao limite com o último episódio, já que este prometia muito. Muitas respostas e sonhos que a gente deixou no fundo do baú por quase 10 anos.
Agradeci aos deuses ser preguiçosa o suficiente pra não ter acompanhado as temporadas finais pela televisão na época, pois, com certeza teria infartado e esses 10 anos em "hiato" me deixariam muito frustrada. Foi lindo vê a emoção das garotas Gilmore ao falar do patriarca da família, Richard Gilmore - o ator Edward Herrmann faleceu em 2014 em função de um câncer no cérebro - e toda transformação pessoal e emocional por qual a amada Emily passou. Impossível não se emocionar com as cenas finais de amor e perdão entre ela e Lorelai e claro, todo renascimento de Rory. Ahh... E a volta dos boys magia da moça? Um beijinho no ombro, né?
Chorei muitoooo! Ri horrores e suspirei umas mil vezes a cada episódio, por motivos distintos, mas sempre, por pensar que eu tinha visto cada desenrolar de determinadas etapas. Vê essa nova série, dá a sensação de proximidade e familiaridade que querendo ou não a gente cria quando acompanha personagens e suas histórias a tanto tempo. E aí, quando acabou o último episódio, pensei: precisamos e teremos sim mais um pouco de Gilmore Girls, só que desta vez, por outros olhos com outras histórias que prometem ser tão boas quanto a história inicial.
E sabe de uma coisa: acho que no fundo, todos nós desejamos que Rory tivesse o desfecho que teve neste ano, né?
Uma coisa que eu achei legal revendo todas as sete temporadas e só depois começando "Um ano para recordar", foi perceber o quanto a linguagem e posicionamento dos personagens na série é atual e sempre funcional. A gente tem Lorelai falando de coisas tão atuais em 2016/2017 como gordofobia, misoginia, no final da última temporada a gente tem a Rory saindo em viagem pra acompanhar a equipe do Obama nas pré - eleições... É tudo tão atual e inserido a realidade.
Ahh... Pra terminar, preciso dizer que fiquei profundamente ofendida com o fato de ninguém ter avisado que a Carole King - cantora americana que amo e virei fã graças a música de abertura de GG- também estava de volta no especial da Netflix - a Carole fez várias participações ao longo das sete primeiras temporadas - e foi mais incrível porque a cantora ainda deu uma canjinha, com direito ao Taylor criticando suas habilidades... kkkkkkkkkkkkk
Por favor, vejam "Gilmore Girls: um ano para recordar" djá! Vocês não vão se arrepender!!
Beijos!!
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quinta-feira, 23 de março de 2017
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
{Netflix} À primeira vista
Postado por
Laly Oliveira
às
08:30
e se uma pessoa cega pudesse voltar a enxerga, como seria?
Esses dias tava vagando à toa pelo Netflix e resolvi que queria assistir algo do Val Kilmer (Batman Forever), só pra me situar melhor com a imagem dele. Daí, acabei escolhendo um filme que sempre aparecia como sugestão de filme romântico. Foi assim que finalmente assisti "À primeira vista" e me surpreendi com uma questão forte e um tanto óbvia, mas pouco revisitada: o que aconteceria se uma pessoa que sempre foi cega, começasse a enxergar?
Inicialmente, conhecemos Amy, uma jovem arquiteta em ascensão profissional, que viaja até um SPA no interior de Nova York, para ter alguns dias de relaxamento e assim aliviar a tensão e o estresse do trabalho.
O ponta pé do romance é a massagem terapêutica que Amy resolve fazer no SPA e onde ela conhece Virgil, o massagista gato e talentoso do local. Virgil é super simpático e deixa Amy à vontade e tranquila como há muito tempo ela não se sentia. O interessante é que Amy não percebe que Virgil é cego.Virgil não nasceu cego, porém, perdeu a visão nos primeiros anos de vida (três anos de idade), assim, toda sua alfabetização e memorização foi através de sentidos como tato e audição.
De cara, a gente acha que o filme vai ser sobre como cegos vivem ou meramente sobre como se relacionar com uma pessoa deficiente, mas, "À primeira vista" vai bem mais além do que isso. Este filme aborda sim, as dificuldades que os cegos enfrentam, mas também, te faz questionar se o sonho de devolver a visão a alguém que nunca a teve, pode ser só maravilhas. Virgil prova que não.
Ao se envolver com Virgil, Amy começa a estudar e pesquisar mais sobre a doença que ele teve e descobre que há um novo método experimental que pode ajudar seu amado a voltar a enxergar, o que em primeiro momento, não o agrada muito, pois, ele se sente à vontade e completamente adaptado ao mundo as escuras. Porém, Virgil resolve experimentar o mundo às claras e se choca com as coisas. Primeiro ele não consegue associar o nome das coisas as suas imagens sem que tenha que tocá-las.
Virgil também não consegue associar mais as pessoas a seus nomes e enxergar o mundo com os olhos bem abertos, parece ser um pesadelo.
Confesso que fiquei bem assustada e pensativa com toda história, porque, a gente naturalmente ao conhecer um deficiente visual, sempre espera ele se lamentar por não enxergar, desejar ver o mundo, mas esquece que visão vai bem mais além do que só vê e boa parte de tudo isso está associada ao cérebro.
O desfecho do filme é surpreendente. Quando a gente acha que já tá tudo perfeito e dentro do esperado, várias reviravoltas acontecem e as coisas mudam e se encaixam de novo a realidade. Não é um filme com ideias prontas ou parecidos com contos de fadas perfeitos. Há um final feliz, mas nada exagerado.
E a gente consegue ao final do filme, entender que a vida é adaptável, mas que a cada nova mudança não temos apenas que nos adaptar a situação e tentar viver com ela, nesse período, todas as outras coisas vão mudar e adquirir novos sentidos, mudando a personalidade, gostos e sonhos.
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
{TOP 5} Bonitões do Netflix que você precisa conhecer
Postado por
Laly Oliveira
às
08:30
Sempre comento nos vídeos (se inscreve lá no canal) que fico conversando com Sue sobre bonitões que valem a pena admirar os tanquinhos e rostinhos. Aí, eis que me surgiu a ideia de fazer um post básico pra inspirar vocês também.
Gostaram da ideia?
Mario Casas, 30 anos
Pensem em um galã bonitão e simpático. Pensaram? Esse é o ator espanhol Mario Casas que conheci ao acaso, quando tava pelo senhor Youtube pesquisando sobre um filme que queria ver e aí, dei de cara com um vídeo com montagens do filme "Sou louco por você" (tem post aqui). Daí, ao assistir o filme e vê as cenas de Mario sem camisa, babei. Agora, vocês que babem aí...
Lenny Platt, 32 anos
Quem me segue no Snapchat (segue aí @lalylihh), já viu que há umas duas semanas atrás criei um vício profundo pela série Quântico. Daí que a série é cheia de gatos e um deles é o personagem Drew Perales, aspirante a agente do FBI que vira parceiro da Alex Parrish durante o treinamento, interpretado pelo ator Lenny Platt.
Stephen Amell, 35 anos
Ahhh... O senhor Stephen Amell... Um gato daqueles que a gente para, inclina a cabeça e dá replay na cena sem camisa de boa. O bonitão é protagonista da série "Arrow" e um dos responsáveis por me tornar uma vidrada em séries de heróis.
Graham Rogers, 25 anos
E ainda no clima de Quântico, não podemos deixar de fora desse post, o bonitinho, nerd e meio dissimulado, Caleb Haas ou melhor, Graham Roger. Dá pra acreditar que ele tem apenas 25 anos? O mais jovem bonitão deste post.
Vamos combinar que o corpinho ainda precisa melhorar, mas como o moço ainda é jovem, tenhamos fé que daqui uns anos ele vira um Zac Efron da vida.
Matt Czuchy, 39 anos
Se você é da "geração Gilmore Girls", provavelmente, deve se lembrar do Logan, namoradinho de faculdade da Rory. Lembram? Pois bem, o moço agora aparece como um dos personagens principais da série The Good Wife, meu novo vício (contei aqui, lembram?). Em The Good Wife, Matt vive o advogado Cary Agos.
Josh Bowman, 28 anos
Ao longo das quatro temporadas de Revenge aprendemos a odiar e amar Daniel Grayson com tanto afinco que quando o personagem deixou a série, fala sério, o coração deu uma apertadinha, né? Mas, Josh Bowman tá por aí dando o ar da graça em alguns filmes bem interessantes e como a vida não cansa de imitar a arte, o bonitão inglês, vive um caso de amor com a atriz (e companheira de Revenge) Emily Vancamp.
E aí, gostaram? Deu pra refrescar bem esses olhinhos, não é mesmo?
Beijos!!
Gostaram da ideia?
Mario Casas, 30 anos
Pensem em um galã bonitão e simpático. Pensaram? Esse é o ator espanhol Mario Casas que conheci ao acaso, quando tava pelo senhor Youtube pesquisando sobre um filme que queria ver e aí, dei de cara com um vídeo com montagens do filme "Sou louco por você" (tem post aqui). Daí, ao assistir o filme e vê as cenas de Mario sem camisa, babei. Agora, vocês que babem aí...
Lenny Platt, 32 anos
Quem me segue no Snapchat (segue aí @lalylihh), já viu que há umas duas semanas atrás criei um vício profundo pela série Quântico. Daí que a série é cheia de gatos e um deles é o personagem Drew Perales, aspirante a agente do FBI que vira parceiro da Alex Parrish durante o treinamento, interpretado pelo ator Lenny Platt.
Stephen Amell, 35 anos
Ahhh... O senhor Stephen Amell... Um gato daqueles que a gente para, inclina a cabeça e dá replay na cena sem camisa de boa. O bonitão é protagonista da série "Arrow" e um dos responsáveis por me tornar uma vidrada em séries de heróis.
Graham Rogers, 25 anos
E ainda no clima de Quântico, não podemos deixar de fora desse post, o bonitinho, nerd e meio dissimulado, Caleb Haas ou melhor, Graham Roger. Dá pra acreditar que ele tem apenas 25 anos? O mais jovem bonitão deste post.
Vamos combinar que o corpinho ainda precisa melhorar, mas como o moço ainda é jovem, tenhamos fé que daqui uns anos ele vira um Zac Efron da vida.
Matt Czuchy, 39 anos
Se você é da "geração Gilmore Girls", provavelmente, deve se lembrar do Logan, namoradinho de faculdade da Rory. Lembram? Pois bem, o moço agora aparece como um dos personagens principais da série The Good Wife, meu novo vício (contei aqui, lembram?). Em The Good Wife, Matt vive o advogado Cary Agos.
Josh Bowman, 28 anos
Ao longo das quatro temporadas de Revenge aprendemos a odiar e amar Daniel Grayson com tanto afinco que quando o personagem deixou a série, fala sério, o coração deu uma apertadinha, né? Mas, Josh Bowman tá por aí dando o ar da graça em alguns filmes bem interessantes e como a vida não cansa de imitar a arte, o bonitão inglês, vive um caso de amor com a atriz (e companheira de Revenge) Emily Vancamp.
E aí, gostaram? Deu pra refrescar bem esses olhinhos, não é mesmo?
Beijos!!
terça-feira, 23 de agosto de 2016
[Netflix} The Good wife - Você vai parar a vida pra vê Alicia Florrick
Postado por
Laly Oliveira
às
08:00
Já tinha um tempo que morria de vontade de assistir The Good Wife, mas quando pensava em vê uma série legendada e ter que devotar total atenção a uma única atividade, batia a preguiça. Aí, eis que fui assistir "Como eu era antes de você" e Will falou uma coisa que me chamou a atenção: "você não sabe ler?"
E isso foi porque a Lou disse que não assistia a filmes legendados. Então, era hora de começar a vê Good Wife e tô amando tanto que quero me mudar pra Chicago djá!!!
E isso foi porque a Lou disse que não assistia a filmes legendados. Então, era hora de começar a vê Good Wife e tô amando tanto que quero me mudar pra Chicago djá!!!
Na trama, acompanhamos o desdobramento do escândalo político que envolve o marido de Alicia, o promotor público Peter Florrick, em meio ao uso de propina, prostitutas e influências dentro da promotoria pública. Paralelo ao escândalo vemos o renascimento de Alícia como mulher, mãe e profissional, já que ela havia abandonado a profissão como advogada, ao casar com Peter.
É uma série bem envolvente porque tem todos os mistérios e intrigas sobre as acusações contra Peter, algumas insinuações amorosas sobre o envolvimento do promotor com uma garota de programa, Alícia e seus casos bem fortes e alguns até meio contraditórios e uma parte um tanto engraçada com a mãe de Peter e a relação dela com os netos adolescentes.
No Netflix tem as sete temporadas da série e na TV acabou de estrear a oitava, então, super rola fazer maratona via Netflix e acompanhar pela TV o que tá rolando atualmente, né?
Eu super torço pela Alícia e adoro a personalidade dedicada e forte que ela tem. Amo vê-la em ação no tribunal. Porém, a série tem outros personagens tão bons quanto, como por exemplo, a investigadora Kalinda, o colega e concorrente de escritório, o Cary. Também gosto da chefona inglesa, Diane Lockhart e agora que cheguei na segunda temporada tenho gostado bastante do Eli Gold.
Se você gosta de séries de advogados e já babou por Suits e Dead Drop Diva por ter o sonho escondido de ser advogada, eis aí uma série que vai te prender e deixar fanática. Então, comece a assistir AGORA!!
Além de ter boas histórias rolando, vai ganhar bons atores (alguns colírios), se for fã de The Sex and the City ter um refresh de Mrs Big, babar em alguns figurinos como o de Diane e claro, se inspirar com mulheres de personalidade forte, tá?
Beijos!
quinta-feira, 9 de junho de 2016
{Netflix} Vem aí a 4ª temporada de Orange is the new black
Postado por
Laly Oliveira
às
07:30
Só digo uma coisa: depois do dia 17 de junho, não saio mais de casa por nada nesse mundo, tá certo?
Sim, eu sou fanática pela série que narra a vida de Pipper e suas coleguinhas da prisão. Na verdade, nem gosto tanto da Pipper em si, mas adoro a loucura que é aquela cadeia e tô curiosa pra saber o que vai rolar com o bebê de Daya.
Pelo que deu pra conferir das fotos que foram divulgadas essa semana, vai rolar muito bafafá nessa temporada e Pipper que se cuide, porque pode rolar uma mutilação básica pro lado dela, viu? Olha só:
E a maluca da Pennsatucky ainda tá andando por aí com a Boo, viu? kkkkkkkkkkkk E eu adoro as duas... Principalmente a irmã Pennsatucky, mesmo ela não sendo mais tão alienada nível 100.
Não vi muitas notícias concretas sobre como vai ser a temporada e tirando o parto dramático de Daya, não lembro de mais nada da terceira, então, já vou rezar pra Oi Velox devolver minha net de vez, pra poder fazer uma maratona básica e me atualizar.
Outras novidades que andei sabendo sobre o Netflix é que vai rolar estreias baphônicas esse mês, tipo filmes recém lançados, como "Tirando o atraso" que eu vi no cinema e fiz resenha aqui. E dia 11 entra a 5ª temporada de Pretty Little Liars (até que fim) e no dia 15, chega a terceira temporada de Bates Motel.
Quem aí tá ansioso, grita eu!!!!
Beijos!!
Sim, eu sou fanática pela série que narra a vida de Pipper e suas coleguinhas da prisão. Na verdade, nem gosto tanto da Pipper em si, mas adoro a loucura que é aquela cadeia e tô curiosa pra saber o que vai rolar com o bebê de Daya.
Pelo que deu pra conferir das fotos que foram divulgadas essa semana, vai rolar muito bafafá nessa temporada e Pipper que se cuide, porque pode rolar uma mutilação básica pro lado dela, viu? Olha só:
E a maluca da Pennsatucky ainda tá andando por aí com a Boo, viu? kkkkkkkkkkkk E eu adoro as duas... Principalmente a irmã Pennsatucky, mesmo ela não sendo mais tão alienada nível 100.
Não vi muitas notícias concretas sobre como vai ser a temporada e tirando o parto dramático de Daya, não lembro de mais nada da terceira, então, já vou rezar pra Oi Velox devolver minha net de vez, pra poder fazer uma maratona básica e me atualizar.
Outras novidades que andei sabendo sobre o Netflix é que vai rolar estreias baphônicas esse mês, tipo filmes recém lançados, como "Tirando o atraso" que eu vi no cinema e fiz resenha aqui. E dia 11 entra a 5ª temporada de Pretty Little Liars (até que fim) e no dia 15, chega a terceira temporada de Bates Motel.
Quem aí tá ansioso, grita eu!!!!
Beijos!!
quinta-feira, 7 de abril de 2016
{Netflix} Novas temporadas das nossas séries
Postado por
Laly Oliveira
às
15:03
Quem não é fanático pelo Netflix, hein?
Daí que algumas novas temporadas estão chegando no provedor e eu resolvi fazer um post listando pra vocês quais séries já estão com temporada disponível, pra daí ninguém ficar por fora do baphon.
2ª temporada de Sleepy Hollow
Acabou de chegar a segunda temporada e como eu tava enrolando pra terminar de assistir aos dois últimos episódios da primeira por carência, agora já posso retomá-la. Pra quem não conhece falei dela aqui e basicamente é um misto de enredo de terror atrelado a história dos EUA.
3ª temporada de The Following
Comentei no mesmo post que falei de Sleepy Hollow sobre The Following e na época comentei que em alguns dias, fiquei bem traumatizada com algumas cenas e tive até pesadelos, mas mesmo assim, fiquei curiosa pra saber o que viria na terceira temporada e finalmente ela chegou. Só assiste a três episódios e mesmo assim tô achando bem mais tranquila que as outras duas foram.
4ª temporada de House of Cards
Todo mundo fala dessa série e eu ainda não consegui assistir de verdade, no entanto, como sou uma viciada em série já sei que muito provavelmente vou viciar nela também, e bem, é bom que tenha mais uma temporada disponível, né?
10ª temporada de Criminal Minds
Posso confessar que de todas as séries com temporadas novas, essa é a minha favorita? Tô mega ansiosa pra começar a assistir a 10ª temporada, só que ainda tô meio presa em outras séries e ainda não consegui fazer uma super maratona com ela.
¬¬
Além dessas séries, outras estão com episódios novos, então, se você é fã de Demolidor, Teen Wolf, Reign e Sherlok . Já assisti a Reign e Demolidor, porém, não morri de amores, então, abandonei logo. Já Sherlok vale super a pena porque é bem divertida, poucos episódios por temporada e viciante.
Daí que algumas novas temporadas estão chegando no provedor e eu resolvi fazer um post listando pra vocês quais séries já estão com temporada disponível, pra daí ninguém ficar por fora do baphon.
Acabou de chegar a segunda temporada e como eu tava enrolando pra terminar de assistir aos dois últimos episódios da primeira por carência, agora já posso retomá-la. Pra quem não conhece falei dela aqui e basicamente é um misto de enredo de terror atrelado a história dos EUA.
3ª temporada de The Following
Comentei no mesmo post que falei de Sleepy Hollow sobre The Following e na época comentei que em alguns dias, fiquei bem traumatizada com algumas cenas e tive até pesadelos, mas mesmo assim, fiquei curiosa pra saber o que viria na terceira temporada e finalmente ela chegou. Só assiste a três episódios e mesmo assim tô achando bem mais tranquila que as outras duas foram.
4ª temporada de House of Cards
Todo mundo fala dessa série e eu ainda não consegui assistir de verdade, no entanto, como sou uma viciada em série já sei que muito provavelmente vou viciar nela também, e bem, é bom que tenha mais uma temporada disponível, né?
10ª temporada de Criminal Minds
Posso confessar que de todas as séries com temporadas novas, essa é a minha favorita? Tô mega ansiosa pra começar a assistir a 10ª temporada, só que ainda tô meio presa em outras séries e ainda não consegui fazer uma super maratona com ela.
¬¬
Além dessas séries, outras estão com episódios novos, então, se você é fã de Demolidor, Teen Wolf, Reign e Sherlok . Já assisti a Reign e Demolidor, porém, não morri de amores, então, abandonei logo. Já Sherlok vale super a pena porque é bem divertida, poucos episódios por temporada e viciante.
quarta-feira, 2 de março de 2016
{Netflix} Amy - O documentário
Postado por
Laly Oliveira
às
17:23
É engraçado como nossa opinião sobre as pessoas pode mudar quando olhamos por outro ângulo. Amy Winehouse era uma cantora talentosa, mas aos confusões que se meteu, abuso de drogas e álcool consumiram sua carreira e, logo, ela apareceu na mídia de maneira negativa.
Durante um tempo, só curtia algumas músicas dela e era mais uma que ao ler uma notícia sobre briga, drogas e etc, dizia "mais uma vez? Aff"... Mas ao assistir esse documentário, lançado no ano passado e dirigido por Asif Kapadia, não tive a mesma sensação dramática que a maioria das pessoas me relataram, mas fiquei com uma outra imagem da cantora.
Documentários são ótimos canais de publicidade, assim como as autobiografias, sejam elas autorizadas ou não, conseguem sempre chamar a atenção. É impossível não ter ficado com outra imagem de Amy e claro, tido a sensação de que pessoas talentosas, acabam na exploração do seu talento, sendo vítimas de quem mais deveria zelar por elas: sua família. Sendo sincera, a história contado ali, me lembrou a do cantor Michael Jackson.
Eu tinha aquela visão de que o pai da Amy era um cara super protetor e paizão, só que em partes o documentário, mostra que mesmo havendo muito amor e companheirismo entre pai e filha, em alguns momentos, a Amy se sentia explorada pelo pai. Isso não foi algo dito pelo diretor, mas sim pela própria Amy e em vídeos gravados pelas equipes que o pai contratava para filmá-la.
O marido exú caveirinha me fez ter um ataque de pânico!!
Cara, sério... Como é que alguém pode ser tão danoso assim? Pior, ele sabia que a menina era mais frágil das ideias e o amava, daí, ele ao invés de cuidar dela e tentar mudar de vida, não. Se estrega mais e leva ela ao inferno.
Acho que uma sucessão de fatores colaboraram pra derrocada que culminou com sua morte. Em uma parte do filme, ela mesmo diz que se ficasse famosa um dia que iria enlouquecer. Os melhores amigos relataram algumas situações complicadas durante a adolescência da cantora e a própria mãe falou que ela sofria sim de Bulimia e que ela não faz nada por achar que era coisa da idade e que se resolveria com o tempo.
Negligência? Talvez.
Porém, como previra anos antes, o sucesso realmente enlouqueceu Amy Winehouse, entretanto, ele não estava sozinho nessa tarefa. Diria que a mídia colaborou muito pras coisas ficarem mais complicadas, ainda mais se observamos o fato de que muito provavelmente, Winehouse fosse depressiva e a morte tenha parecido apenas um "alívio" pra aqueles momentos ruins, já que ela sabia que não podia beber e encontraram uma quantidade alta de álcool em seu sangue.
Apesar de não ser um dos meus gêneros favoritos e quase nunca ter paciência pra acompanhar um documentário até o fim, gostei desse. Gostei bastante e achei que o Oscar foi merecido, mesmo papai Winehouse não gostando, então, se você ainda não assistiu, vai lá no Netflix e veja logo.
Beijos!!
Durante um tempo, só curtia algumas músicas dela e era mais uma que ao ler uma notícia sobre briga, drogas e etc, dizia "mais uma vez? Aff"... Mas ao assistir esse documentário, lançado no ano passado e dirigido por Asif Kapadia, não tive a mesma sensação dramática que a maioria das pessoas me relataram, mas fiquei com uma outra imagem da cantora.
Documentários são ótimos canais de publicidade, assim como as autobiografias, sejam elas autorizadas ou não, conseguem sempre chamar a atenção. É impossível não ter ficado com outra imagem de Amy e claro, tido a sensação de que pessoas talentosas, acabam na exploração do seu talento, sendo vítimas de quem mais deveria zelar por elas: sua família. Sendo sincera, a história contado ali, me lembrou a do cantor Michael Jackson.
Eu tinha aquela visão de que o pai da Amy era um cara super protetor e paizão, só que em partes o documentário, mostra que mesmo havendo muito amor e companheirismo entre pai e filha, em alguns momentos, a Amy se sentia explorada pelo pai. Isso não foi algo dito pelo diretor, mas sim pela própria Amy e em vídeos gravados pelas equipes que o pai contratava para filmá-la.
O marido exú caveirinha me fez ter um ataque de pânico!!
Cara, sério... Como é que alguém pode ser tão danoso assim? Pior, ele sabia que a menina era mais frágil das ideias e o amava, daí, ele ao invés de cuidar dela e tentar mudar de vida, não. Se estrega mais e leva ela ao inferno.
Acho que uma sucessão de fatores colaboraram pra derrocada que culminou com sua morte. Em uma parte do filme, ela mesmo diz que se ficasse famosa um dia que iria enlouquecer. Os melhores amigos relataram algumas situações complicadas durante a adolescência da cantora e a própria mãe falou que ela sofria sim de Bulimia e que ela não faz nada por achar que era coisa da idade e que se resolveria com o tempo.
Negligência? Talvez.
Porém, como previra anos antes, o sucesso realmente enlouqueceu Amy Winehouse, entretanto, ele não estava sozinho nessa tarefa. Diria que a mídia colaborou muito pras coisas ficarem mais complicadas, ainda mais se observamos o fato de que muito provavelmente, Winehouse fosse depressiva e a morte tenha parecido apenas um "alívio" pra aqueles momentos ruins, já que ela sabia que não podia beber e encontraram uma quantidade alta de álcool em seu sangue.
Apesar de não ser um dos meus gêneros favoritos e quase nunca ter paciência pra acompanhar um documentário até o fim, gostei desse. Gostei bastante e achei que o Oscar foi merecido, mesmo papai Winehouse não gostando, então, se você ainda não assistiu, vai lá no Netflix e veja logo.
Beijos!!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
{Netflix} As séries não tão famosas que ando assistindo
Postado por
Laly Oliveira
às
09:25
Para as viciadas em série!!
Porque eu amo tanto o Netflix e larguei a TV total que ele merecia uma seção aqui no blog, né? Então, eis que finalmente resolvi criar a seção dele e fazer alguns post's sobre o tema mais eventual da minha vida.
Hoje vou mostrar algumas das séries menos populares que ando assistindo lá e porque vale a pena ver, tá?
Pra ser honesta, nem curto muito essas séries de terror, mas depois que dei uma chance a Supernatural, abri a mente um pouco e aí, o Netflix me indicou Sleepy Hollow e como tava sem série nenhuma, resolvi assistir e amei. O legal é que essa não é uma daquelas séries tontas, sabe? Tem terror na medida, mas rola um mistério, romance, aventura e claro, um tico de história.
A série mistura elementos do passado (mais precisamente do período da independência americana) com coisas atuais, já que dois soldados da revolução voltam a vida em pleno séc 21, no entanto, um deles foi decapitado pelo outro. Daí, já dá pra sacar que é uma luta entre bem e mal, mas também, rola um tanto de assuntos místicos, já que o soldado bom (o Ichabod Crane) era casado com uma feiticeira que lançou um feitiço sob ele e o tal cavaleiro sem cabeça, ligando suas vidas.
Nessa confusão toda de voltar a vida, reencontrar o cavaleiro do mal e etc... O Ichabod acaba conhecendo a policial Abbie Mills e juntos os dois tentarão deter o avanço das forças do mal... Ou não! Porque existe um profecia sobre os dois e interesses pessoais tanto da Abbie quanto do Ichabod no meio. Mas é de tirar o fôlego acompanhar um episódio, viu?
The Following já é uma relação intensa de amor e ódio. Primeiro porque eu fiquei tão viciada que comecei a ter pesadelos com ela e veja bem... Ela não é uma série de terror, mas sim um "drama". Tive pesadelos porque nela conhecemos uma espécie de psicopata sádico que cria um grupo de fanáticos que saem por aí matando as pessoas em louvor a ele.
Tipo, a maioria dos crimes durante a primeira temporada, são realizados só com o uso de facas e são aqueles crimes meio que tão bobos que chega a ser impossível de imaginar, sabe? Mas é tão dramático e sangrento que dá um pânico básico. Até porque os membros da "seita do Joe", são pessoas ditas como "normais", membros respeitados da sociedade e aí, tentar conter esse bando de doido que não parecem doidos é a missão do personagem do Kevin Bacon, o ex- agente do FBI, Ryan Hardy.
O que eu gostei é que o doidão da série é interpretado pelo James Purefoy que é velho conhecido da gente, por ter feito o herói do filme "O Justiceiro", então, vê-lo nesse papel e com uma personalidade tão tensa, é muitoooooo interessante e assustador. Ahhh.... Preciso dizer que todas as duas temporadas disponíveis no Netflix, são muito boas, mas a segunda é apimentada pela presença dos "gêmeos do mal" e seu instinto sociopata dramático.
--
Fora essas ando vendo outras, mas algumas já acabaram (eu acho que The Following foi encerrada ou já acabou) e são velhas conhecidas da galera, mas mesmo assim gosto de ver e na maioria das vezes, até de rever. Tô fazendo isso com Revenge e Prison Break.
Estou vendo outras mais novas que até devia ter posto aqui, mas como ainda não vi tantos episódios assim pra ter uma opinião formada e dizer se gosto ou não, deixei de fora. E tem aquelas que eu vejo e paro porque cansei ou elas tão mais sem graça. Aí a lista não para!!
Beijos!!
terça-feira, 13 de outubro de 2015
{Filme}Truque de Mestre
Postado por
Laly Oliveira
às
18:37
Daqueles filmes que o Netflix te indica e você gama!
Dia desses tava de bobeira e resolvi ver algum filme no Netflix, em vez de ver alguma das minhas séries. De vez em quando a gente cansa e como tem sempre filmes bons e indicações interessantes, resolvi caçar alguma dessas e me deparei com Truque de Mestre.
A história é sobre quatro mágicos que são convocados por um quinto personagem obscuro, para formar um grupo que faz show incríveis. Eles se preparam por um ano e em sua noite de estreia em Las Vegas, chamam a atenção do mundo ao realizar um super número que mistura mágica, ilusionismo e poder da mente.
Nesse número um cara é "enviado" até o cofre de seu banco, em Paris e num piscar de olhos $3 milhões são roubados e doados a plateia. É obvio que com todo mundo vendo e sendo tão incrível, o FBI ia entrar em cena pra tentar desvendar o que houve e reembolsar a grana.
Mas é essa perseguição que dá ao filme uma vibe ainda mais incrível, porque os agentes não conseguem provar nada, mesmo sabendo que os quatro ainda vão roubar mais e mais. E aí, a cada show eles se aperfeiçoam mais e vamos entendendo que os tais roubos são para ressarci pessoas que foram prejudicadas por empresas e etc.
Diga-se de passagem, o elenco só tem feras, tipo Mark Ruffalo que interpreta o agente do FBI encarregado da missão de prender Os quatro cavaleiros, minha amada Isla Fisher, O carinha do Facebook, que eu só descobri o nome hoje e ele se chama Jesse Eisenberg - esse cara é talentoso e até bonitinho, né?- e o Morgan Freeman se sobressai como um duvidoso vilão, então, já imaginam que emoção e surpresa não falta, né?
Acho que além de ter um enredo muito bom, ele também se sobressai com efeitos especiais bem feitos e se destaca por elucidar como alguns truques simples e antigos são feitos. Também curti muito o cenário da apresentações e vocês não advinham o porquê!! Me lembrou o Mr M (lembram dele? Sucesso dos anos 90 no Fantástico) e eu adorava quando o cara mascarado aparecia na TV.
Meu momento favorito foi o truque final. Principalmente porque é quando todo mundo tá mais tenso sobre o que eles vão aprontar e Os quatro cavaleiros também estão tensos porque será revelada a verdadeira identidade do mentor deles.
Nesse momento, mais que nos outros, eu super me lembrei dos filmes da série "11 homens e um segredo", porque a engenhosidade dos roubos são naquele nível, só que com a vantagem de ao invés de ser um roubo por filme, rolar três.
E aí, já assistiram Truque de Mestre?
Beijos!!
♥♥♥
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Eu li: Orange is the new black - Piper Kerman
Postado por
Laly Oliveira
às
07:30
O livro dessa semana foi comprado depois de muita insistência. Não gosto muito de ler livro depois dele ter virado série ou filme. Na verdade, os que viram filme, até leio mais fácil, porque sou curiosa e gosto de comparar, mas os de série me irritam um pouco.
Porém, depois de Deus e o mundo postar foto e elogiar o livro que inspirou a série "Orange is the new black", do Netflix, resolvi que precisava dele e comprei!
De cara fiquei meio balançada, porque a história, os nomes e mais algumas coisas são completamente diferentes dos apresentados no seriado. Por exemplo, a maluca fanática religiosa, da Pensatruck, não é tão má e na verdade, ela e Piper se deram super bem.
Pra ser sincera, eu até achei o contexto do livro mais legal que a série, mesmo adorando ela. As coisas são mais palpáveis e a Piper de verdade, menos chata, infantil e irresponsável.
Outro ponto legal é sobre a relação da Piper com a sua "Alex", que na verdade era mais velha que ela e se chamava Nora e tinha uma irmã. Acho que se incorporarem uma irmã pra Alex, no seriado, o troço vai ser show de bola!!
É inevitável tentar fazer algumas associações entre as mulheres descritas no livro com as apresentadas no seriado. Você vai querer tentar descobri quem é quem através das características fisicas, psicológicas, crimes cometidos e talz, mas algumas vai ser bem difícil de descobri viu? E também, chega uma hora, do meio em diante, que você (pelo menos foi assim comigo), desassocia totalmente e passa a encarar com novos olhos.
Se vale a pena comprar o livro? Vale. Pra quem viu a série e não gostou. Para quem ver e ama. Para quem assisti e se irrita com os vacilos da Piper. Vale para todo mundo, pois, tirando a associação com a série, as coisas descritas e propostas nessa obra, são muito reais e importantes, porém, raramente abordadas.
Beijos!!
Porém, depois de Deus e o mundo postar foto e elogiar o livro que inspirou a série "Orange is the new black", do Netflix, resolvi que precisava dele e comprei!
De cara fiquei meio balançada, porque a história, os nomes e mais algumas coisas são completamente diferentes dos apresentados no seriado. Por exemplo, a maluca fanática religiosa, da Pensatruck, não é tão má e na verdade, ela e Piper se deram super bem.
Pra ser sincera, eu até achei o contexto do livro mais legal que a série, mesmo adorando ela. As coisas são mais palpáveis e a Piper de verdade, menos chata, infantil e irresponsável.
Outro ponto legal é sobre a relação da Piper com a sua "Alex", que na verdade era mais velha que ela e se chamava Nora e tinha uma irmã. Acho que se incorporarem uma irmã pra Alex, no seriado, o troço vai ser show de bola!!
É inevitável tentar fazer algumas associações entre as mulheres descritas no livro com as apresentadas no seriado. Você vai querer tentar descobri quem é quem através das características fisicas, psicológicas, crimes cometidos e talz, mas algumas vai ser bem difícil de descobri viu? E também, chega uma hora, do meio em diante, que você (pelo menos foi assim comigo), desassocia totalmente e passa a encarar com novos olhos.
Se vale a pena comprar o livro? Vale. Pra quem viu a série e não gostou. Para quem ver e ama. Para quem assisti e se irrita com os vacilos da Piper. Vale para todo mundo, pois, tirando a associação com a série, as coisas descritas e propostas nessa obra, são muito reais e importantes, porém, raramente abordadas.
Beijos!!
sábado, 15 de novembro de 2014
Top 5: Séries Favoritas
Postado por
Laly Oliveira
às
07:00
Quem nunca assistiu a uma série de TV e se apaixonou que atire a primeira pedra. Eu confesso que sou super viciada em séries e sempre tô descobrindo uma nova para a listinha (minhas duas últimas foram Prison Break e Criminal Minds) e com o Netflix, esse vicio só piorou.
O top dessa semana é para mostrar as cinco séries favoritas. Vou mostrar as minhas e quero saber a de vocês, tá bem?
Vocês não vão acreditar, mas eu acompanho tanto séries que ainda estão sendo exibidas, como também séries que já acabaram. Adoro uma boa reprise, confesso. Então, no total, creio que veja quase umas 30!!
Separar só cinco, foi um sacrifício enorme, mas fui pelas que mais me empolgam e como voc~es podem ver, as relacionadas a saúde e crime, são as favoritas ever.
Comecei a ver Bones super por acaso e quando menos esperei, estava mega viciada. Na verdade, essa foi a série responsável por despertar em mim o amor a séries de investigação criminal. Acompanho também, CSI, NCIS, Law & Order SVU, Criminal Minds e por aí vai...
Já as relacionadas a saúde, foi bem ao acaso. Confesso que veio da infância... Era viciada em Plantão Médico (quem não?), daí, cresci e depois que passei das séries típicas de adolescentes (Sabrina "A aprendiz de feiticeira", One Tree Hill, Smallville, Everwood, The O.C e por aí vai), comecei a me voltar mais pros dramas e pras séries ambientadas em hospitais. Gosto da rotina agitada dos médicos e dos casos curiosos que sempre aparecem. Se não tivesse feito jornalismo, faria medicina tranquilamente. House e Grey's me prendem por ter um bom enredo e também uma boa pitada de humor. Adoro o sacarmos típico de Gregory House e o de Cristina Yang (quem não ama).
E aí, quais as séries favoritas de vocês??
Beijos!!
O top dessa semana é para mostrar as cinco séries favoritas. Vou mostrar as minhas e quero saber a de vocês, tá bem?
Vocês não vão acreditar, mas eu acompanho tanto séries que ainda estão sendo exibidas, como também séries que já acabaram. Adoro uma boa reprise, confesso. Então, no total, creio que veja quase umas 30!!
Separar só cinco, foi um sacrifício enorme, mas fui pelas que mais me empolgam e como voc~es podem ver, as relacionadas a saúde e crime, são as favoritas ever.
Comecei a ver Bones super por acaso e quando menos esperei, estava mega viciada. Na verdade, essa foi a série responsável por despertar em mim o amor a séries de investigação criminal. Acompanho também, CSI, NCIS, Law & Order SVU, Criminal Minds e por aí vai...
Já as relacionadas a saúde, foi bem ao acaso. Confesso que veio da infância... Era viciada em Plantão Médico (quem não?), daí, cresci e depois que passei das séries típicas de adolescentes (Sabrina "A aprendiz de feiticeira", One Tree Hill, Smallville, Everwood, The O.C e por aí vai), comecei a me voltar mais pros dramas e pras séries ambientadas em hospitais. Gosto da rotina agitada dos médicos e dos casos curiosos que sempre aparecem. Se não tivesse feito jornalismo, faria medicina tranquilamente. House e Grey's me prendem por ter um bom enredo e também uma boa pitada de humor. Adoro o sacarmos típico de Gregory House e o de Cristina Yang (quem não ama).
E aí, quais as séries favoritas de vocês??
Beijos!!






































