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quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Tudo sobre a primeira temporada do "Um perfume, uma make"

Como foi fazer uma série?


Pra quem não tá sabendo, temos uma série lá no canal que une perfume e maquiagem de um jeito divertido. A série "Um perfume, uma make", surgiu na minha cabecinha lá em meados de março e juro que fiquei bem em dúvida se colocaria ela no ar e como faria isso, mas sabia que queria e precisava de ares novos.

Inicialmente era pra ser um vídeo de collab  porque não me via fazendo tutorias, afinal, sou um ser bem descoordenado, só que rolou apoio psicológico das gatinhas Sue e Aline e aí, olha lá titia Laly gravando tutoriais inspirados em perfumes.... 




Dia desses Sue tava me perguntando como rolavam as escolhas dos perfumes e das makes e tava explicando pra ela que é tudo ao acaso e vai acontece conforme a minha energia do dia de gravação. De vez em quando eu tô com uma ideia sobre o perfume que quero gravar e no dia, acaba não batendo química e aí, mudo. 

O perfume influencia a maquiagem e vice e versa. Tem dias que penso primeiro na make e depois procuro um perfume que se relacione bem com a ideia, outras vezes penso num perfume e vejo que maquiagem usar com ele. Enfim, uma grande confusão.

A primeira temporada termina em breve, tá? Porém, quero deixar um pedido pra vocês: mandem sugestões de perfumes para a segunda temporada. 

Beijos!!

segunda-feira, 3 de abril de 2017

O que esperar quando se está esperando Prison Break vs 2017

De volta oito anos depois, a série promete nos deixar loucos


Há quase um ano atrás, saia a primeira notícia sobre a gravação da quinta temporada de "Prison Break" e eis, que como boa fã, me unia a milhões de pessoas na contagem regressiva pelo tão prometido dia 04 de abril de 2017, até então, uma pequena previsão sobre quando aconteceria o lançamento mundial da série. Agora, na véspera deste dia e com tudo já esquematizado, como não especular o que os irmãos Scofield e Burrows nos reservam?



Basicamente, creio que este seja uma epifania pra todo bom fã que acompanhou as quatro temporadas da série e o pequeno filme, onde Michael Scofield acabava nos deixando (spoiler), mas, claro que é uma nova perspectiva, já que desta vez não será Michael o grã mestre da fuga e não é mais uma prisão para se fugir e sim, um país. 

Se você ainda não tá sabendo nada sobre Prison Break - Ressurection, eu te conto o pouco que eu sei. No último episódio da série, lá em 2009, em um ato de sacrifício justificado, Michael Scofield acabou falecendo ao tentar salvar Sarah Tancredi da prisão. Acontece que a moça foi acusada pela morte de Christina Rose Scofield (mãe de Michael) e ao ser mandada para prisão, passou a correr risco de vida. Como Michael já não acreditava mais no sistema e Sarah estava correndo risco de vida, este por sua vez, bolou um plano de fuga com algumas alternativas de desfecho, diga-se de passagem, uma delas sendo bem crítica.

Enfim, no final da série, o próprio Michael explicou o desfecho da situação, justificando que se não viesse a óbito em decorrência de um erro em seu plano, acabaria vindo pela volta do tumor cerebral (aquele tumor que na 4ª temporada o pessoal da "Companhia" havia ajudado a retirar). Sendo assim, ficou menos dolorido aceitar o final sem felicidade para nosso herói gênio mor. 



Quando soube dos boatos da volta da série e depois a confirmação e assisti aos primeiros trailers, confesso que fiquei um tanto receosa de como os produtores trariam de volta um personagem tão forte e decisivo pra série, sendo que haviam o exterminado num final anterior. Bem, ainda tenho receio quanto a isso, entretanto, após acompanhar as entrevistas mais recentes que o elenco principal deu, o receio diminuiu, pelo menos quanto a justificativa pra o Sr Scofield estar vivo. 

Umas coisas me deixam curiosa,  como por exemplo: a volta de Michael ao mundo dos vivos após oito anos, vai impactar na vida de seus amigos e familiares, certo? Vejamos o seguinte: a Sarah está casada e tem uma nova vida, como fica este marido e esta vida? E o filho deles? Será que ele sabe do pai? Como vai reagir não só com a volta do pai que era dado como morto, mas também, com esta possível convivência? 

 E eu ainda fico me perguntando no que e em quem Michael se tornou após esses anos longe da família e vivendo em segredo. Lá no ano passado quando começaram a soltar algumas informações sobre o enredo da quinta temporada, surgiu a informação e depois algumas imagens das mãos dele completamente tatuadas e logo se comentou que assim como aconteceu na primeira e em parte da segunda temporada, as tatuagens também seriam parte fundamental para a condução de toda trama. 

E fora isso, ainda há babados fortes como o fato de o porta voz da notícia de que Michael não está morta e sim preso, ser o T-Bag, que se todos lembram muito bem, se tornou inimigo máximo de todos os personagens da série ao longo das temporadas e havia concluído a série, cumprindo sua boa e velha condenação à prisão perpétua.  Como se isso já não fosse "wow" o suficiente, parece que Liconln não aprendeu nada depois de 81 capítulos correndo pra tudo que é canto e quase indo pra cadeira elétrica, viu? Há boatos que o Sr Burrows passou os últimos anos como trambiqueiro de quinta categoria. Ou seja: se eu fosse Michael, ficava lá no Iêmen mesmo....

O certo é que vai ter muita ação, mistério e tudo em nove episódios, ou seja, prevejo mini infartos ao longo das próximas semanas e em meio a todo absurdo que às vezes cerca os acontecimentos e planos de Prison Break, se tudo der certo, teremos uma volta muito boa e com direito aos bons e velhos olhares malignos e manipuladores de um Michael Scofield mais maduro, maligno e ambicioso.

A série tem estreia mundial prevista pra amanhã, às 23h na Fox e como eu não garanto me manter acordada, já programei a TV pra gravar todos os episódios e claro, venho comentar o que achei em breve, certo?

Beijos!! 


terça-feira, 23 de agosto de 2016

[Netflix} The Good wife - Você vai parar a vida pra vê Alicia Florrick

Já tinha um tempo que morria de vontade de assistir The Good Wife, mas quando pensava em vê uma série legendada e ter que devotar total atenção a uma única atividade, batia a preguiça. Aí, eis que fui assistir "Como eu era antes de você" e Will falou uma coisa que me chamou a atenção: "você não sabe ler?"

E isso foi porque a Lou disse que não assistia a filmes legendados. Então, era hora de começar a vê Good Wife e tô amando tanto que quero me mudar pra Chicago djá!!!


Na trama, acompanhamos o desdobramento do escândalo político que envolve o marido de Alicia, o promotor público Peter Florrick, em meio ao uso de propina, prostitutas e influências dentro da promotoria pública. Paralelo ao escândalo vemos o renascimento de Alícia como mulher, mãe e profissional, já que ela havia abandonado a profissão como advogada, ao casar com Peter.

É uma série bem envolvente porque tem todos os mistérios e intrigas sobre as acusações contra Peter, algumas insinuações amorosas sobre o envolvimento do promotor com uma garota de programa, Alícia e seus casos bem fortes e alguns até meio contraditórios e uma parte um tanto engraçada com a mãe de Peter e a relação dela com os netos adolescentes. 



No Netflix tem as sete temporadas da série e na TV acabou de estrear a oitava, então, super rola fazer maratona via Netflix e acompanhar pela TV o que tá rolando atualmente, né?

Eu super torço pela Alícia e adoro a personalidade dedicada e forte que ela tem. Amo vê-la em ação no tribunal. Porém, a série tem outros personagens tão bons quanto, como por exemplo, a investigadora Kalinda, o colega e concorrente de escritório, o Cary. Também gosto da chefona inglesa, Diane Lockhart e agora que cheguei na segunda temporada tenho gostado bastante do Eli Gold. 


Se você gosta de séries de advogados e já babou por Suits e Dead Drop Diva por ter o sonho escondido de ser advogada, eis aí uma série que vai te prender e deixar fanática. Então, comece a assistir AGORA!!

Além de ter boas histórias rolando, vai ganhar bons atores (alguns colírios), se for fã de The Sex and the City ter um refresh de Mrs Big, babar em alguns figurinos como o de Diane e claro, se inspirar com mulheres de personalidade forte, tá?


Beijos!  

quinta-feira, 19 de maio de 2016

{Novidades} Saiu o trailer de Prison Break

Agora é real e oficial, meu povo!!

Se você é fã da história dos irmãos Michael Scofield e Lincoln Burrows prepare-se porque eles estão de volta messsssssmooooo!!! 

Saiu essa semana o primeiro trailer  da nova temporada e eu estou tendo um leve surtinho de ansiedade desde já. A Fox anunciou essa semana que a série deve começar a ser exibida entre o final desse ano e o início de 2017, porém, não foi divulgado quando deve chegar por aqui. 




Uma coisa que achei interessante é a caracterização e o "envelhecimento" dos personagens. Tipo, assim... Sarah parece que fez botox, né? Tá com as bochechas mais gordinhas e diria até que tá bonita. 

Michael tá um coroa interessante, mas preferia que ele aparecesse mais gordinho como nas últimas temporadas e não magrinho como foi na primeira. Enfim, não vou reclamar porque tava louca pra quinta temporada rolar e ela vai, então, vamos comemorar!! Olha só o trailer:



Agora é só ir riscando o calendário e rezar pra não demorar muito pra estreia, né? 

Beijos!! 

terça-feira, 5 de abril de 2016

{Blá, blá, blá} Meredith Grey, pare de ser tão chata!!

Adoroooo (ava) Grey"s Anatomy e odeio a personagem principal.  No inicio, eu achava que era só questão de não rolar uma "química" sabe? Mas, depois de 11 temporadas e muitas histórias depois, conclui que realmente não é só questão de "não gostar" de Meredith Grey. Ela é chata!!

Sim. CHATA!!!



Meredith se mete em tudo e vamos combinar que depois que Cristina foi embora e agora que Dereck tá no clã dos "aqui jaz", parece que ela ficou mais ranzinza e menos tolerável, né? É por isso que eu listei cinco motivos que fazem da Drª Grey uma pentelha.


Adora se meter na vida alheia

Não aguento esse nível de amizade que ela força com os outros. Tipo, quer ser super amiga? Seja. Mas não se meta tanto na vida deles. Era por essas e outras que sempre Cristina acabava perdendo a paciência com ela. Super proteção demais cansa, viu Mer?


Todo mundo que se aproxima dela morre

É Meredith gostar da pessoa e se ligar emocionalmente a ela  bum... Olha lá Dona Morte fazendo uma visita? Eu até fico achando que tia Shonda também não vai com a cara de Meredith e por isso mata todo mundo que ela ama de forma trágica.

Rapaz... Meredith Grey é barril!!


Fazer mimimi é com ela

Nada é simples na vida de uma Grey. Tudo tem que ter um "Q" de exagero e por fim, algo forte e extremamente traumatizante. Duvida? Vide a vida de Elis Grey...

Meredith exagera demais nas reações emocionais. Até entendo que ela seja uma pessoa com as emoções afloradas, só que não precisa fazer drama com coisas pequenas, tá?



Adoraaa afastar a família 

No fundo, no fundo, eu acho que a Grey se sente só, que gosta de ter alguém por perto pra cuidar dela e que ela possa cuidar, no entanto, ela tem tanto medo do que dar amor pode gerar que se recusa muito em fazê-lo até não ter outra opção.  E isso não é legal, tá?


Sabe fazer a santa inquisição como ninguém

Depois que ela percebe que algo não saiu como ela queria ou que não foi a primeira a saber ou qualquer uma dessas questões relevantes, ela faz um mimimi babadeiro e depois... Prepare-se! Santa Meredith vai te julgar e condenar... Se tiver sorte e não for o fim da temporada, você vai apenas ser ignorado por ela, caso contrário, prepare o funeral e aguarde a hora.


¬¬

Apesar disso tudo, ainda é muito legal assistir à serie. Nem que seja só pra esperar o próximo drama que a personagem vai viver ou causar. O legal é que o clima dessa nova temporada tá bem mais leve e até a própria chamada diz que "nem só de Meredith Grey é feito Grey's Anatomy", já viram?


E antes que mate vocês de curiosidade, meu personagem favorito era Cristina Young. Acho que ela dava toda vitalidade e tolerância pra os destemperos da amiga. Saudades!!! Outro que também curtia bastante, era Mark Sloan...


Beijos!!



quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Eu li: Orange is the new black - Piper Kerman

O livro dessa semana foi comprado depois de muita insistência. Não gosto muito de ler livro depois dele ter virado série ou filme. Na verdade, os que viram filme, até leio mais fácil, porque sou curiosa e gosto de comparar, mas os de série me irritam um pouco.

Porém, depois de Deus e o mundo postar foto e elogiar o livro que inspirou a série "Orange is the new black", do Netflix, resolvi que precisava dele e comprei!


De cara fiquei meio balançada, porque a história, os nomes e mais algumas coisas são completamente diferentes dos apresentados no seriado. Por exemplo, a maluca fanática religiosa, da Pensatruck, não é tão má e na verdade, ela e Piper se deram super bem.




Pra ser sincera, eu até achei o contexto do livro mais legal que a série, mesmo adorando ela. As coisas são mais palpáveis e a Piper de verdade, menos chata, infantil e irresponsável.

Outro ponto legal é sobre a relação da Piper com a sua "Alex", que na verdade era mais velha que ela e se chamava Nora e tinha uma irmã. Acho que se incorporarem uma irmã pra Alex, no seriado, o troço vai ser show de bola!!



É inevitável tentar fazer algumas associações entre as mulheres descritas no livro com as apresentadas no seriado. Você vai querer tentar descobri quem é quem através das características fisicas, psicológicas, crimes cometidos e talz, mas algumas vai ser bem difícil de descobri viu? E também, chega uma hora, do meio em diante, que você (pelo menos foi assim comigo), desassocia totalmente e passa a encarar com novos olhos.

Se vale a pena comprar o livro? Vale. Pra quem viu a série e não gostou. Para quem ver e ama. Para quem assisti e se irrita com os vacilos da Piper. Vale para todo mundo, pois, tirando a associação com a série, as coisas descritas e propostas nessa obra, são muito reais e importantes, porém, raramente abordadas.


Beijos!! 

quinta-feira, 27 de março de 2014

Autoajuda as avessas - DR. House : Um guia para a vida

Gregory House é o médico mais amado de todos os tempos (cerca de 80 milhões de fãs em todo mundo). Acho que nos últimos anos, nenhuma série de TV prendeu tanto a atenção e conquistou o carinho do público como House. Isso se deve boa parte pela personalidade bem atípica do médico e seu charme ao ser extremamente mal humorado e até desagradável.

É natural que quando uma série ganha dimensões como essas, surjam vários produtos sobre ela e seus personagens, porém, acho que ninguém foi tão criativo quanto Toni De La Torre que escreveu um livro de autoajuda inspirado na personalidade do médico interpretado por Hugh Laurie



Há algumas semanas, tive a oportunidade de ir a uma feira de livros que estava acontecendo no Salvador Shopping e adquiri esse livro e aquele do rock, lembram?  O preço também foi tão camarada quanto o do outro, mas diferente do primeiro livro, esse daí tem um texto e toda uma trama super desenvolvida. ´

Veja bem, ele é praticamente uma terapia ás avessas e, é isso que faz com que as palavras e dicas descritas nele tomem forme e sem materializem mais do que a dos livros do mesmo gênero. O livro não te ensina a encarar a vida de uma forma linda, bonitinha e toda perfeitinha. Ele te incita a viver no mal humor, ser irônico e construir um ego forte e bem consolidado, não se importando com a opinião dos outros e não acreditando em nada e em ninguém. 

Claro que nem tudo pode ser levado ao pé da letra e seguido, porém, é justamente isso que faz com que você, leitor, veja que  quer fazer o avesso e questione se viver daquele jeito é 100% seguro e satisfatório para si próprio. Confuso, né?




O livro é dividido em quartro partes: Eu e eu mesmo; De coração aberto; Interpretando o papel de Deus e por fim: Elementar, caro House. Esse último capítulo tem um título bem familiar aos fãs de House, já que o seriado é uma adaptação do clássico "Sherlock Holmes"

Ao longo do livro aparecem alguns diálogos de House com seus subalternos e com Wilson e Cuddy. Além de algumas frases bem polêmicas e famosas dele, além de alguns lembretes bem interessantes sobre a convivência com os outros, confiança, amor e escolhas de vida. 

"Desconfie sempre dos outros. Se não tem argumentos para isso, invente algo."



 Boa parte do livro é bem humorada e consegue arrancar ótimas risadas da gente. Achei ele um ótimo jeito de matar as saudades que ficaram do personagem, além de realmente ser um livro bem mais gostoso de ler e até eficaz no quesito "levantar a autoestima".

Os capítulos são bem curtinhos e fáceis de ler, não possuem mais que quatro páginas no máximo e como é bem engraçado, a gente praticamente lê o livro voando em até um dia. Como sou preguiçosa e dramática, tô lendo bem devagar pra saborear bem e prolongar os risos.

Infelizmente, não sei onde encontrá-lo para vender presencialmente, mas na net tem disponível para download aqui e aqui, tem a venda também na loja virtual da Saraiva (mais caro do que paguei, mas enfim...).



Beijos!!

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